terça-feira, 30 de dezembro de 2014

PSTU e a aliança profana entre a Esquerda Burra e o islão


José Atento

Este vídeo mostra a manifestação do PSTU junto com movimentos pró-palestinos no Brasil, na qual se pede abertamente pelo fim do Estado de Israel. As legendas são comentários sobre o evento.

Eu questiono o "ultraje seletivo" do PSTU, e dos palestinos, contra Israel, enquanto que as atrocidades e o genocídio de verdade acontecem em outras paragens, perpetuados por outros com os quais, palestinos e PSTU, têm muita afinidade.

Este ultraje seletivo põe por terra qualquer insinuação de que manifestações como esta sejam organizadas com "intuitos humanitários" ou para "defenderem minorias."

Você quer entender a origem do ódio islâmico contra os judeus (e cristãos, ateus, agnósticos, etc ...) basta correlacionar o Alcorão e com aquilo que Maomé fez durante a sua vida.

E quanto à Esquerda Burra, bem, além de burra, ela está traindo os autênticos ideais de esquerda, que nunca iria se aliar a um grupo politico-religioso que advoga que a clitoris deva ser cortada fora de modo a resguardar a honra da mulher.

A manifestação foi um ato antes do primeiro turno das eleições de 2014.




segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Islamofobia alemã? Não, islamo-náusea do mundo!




José Atento

Existe um grande problema na Europa, problema este já tratado neste blog no artigo Islamização da Europa. O mesmo pode acontecer com o Brasil?, qual seja, a Europa está em um processo de transformação que a irá tornar não em um continente laico e progressista como muito sonham, mas em um continente islâmico e retrógrado. E, isto acontecendo, a lei islâmica irá se tornar a lei da terra, fato este inquestionável, basta ver os 1400 anos do islão, bem como a situação presente nos 57 países da Organização da Cooperação Islâmica, que adotam a Sharia, todos eles, apenas variando o nível desta aplicação.

E a lei islâmica, Sharia, é o regime político mais retrógrado jamais engendrado pelo Ser Humano, e é inadmissível que existam pessoas que, tendo crescido em um ambiente aberto e pluralista, defendam a Sharia.

O problema na Europa é que a islamização, que irá inexorávelmente resultar na implantação da Sharia em território europeu, deveria ser algo discutido abertamente. Mas o que se vê é o contrário. As elites européias, anti-ocidentais e anti-cristãs, com o lamentável apoio de grande parte da Esquerda européia, tenta silenciar a voz daqueles que não desejam a islamização da Europa, daqueles que vêm este fato com preocupação, daqueles que desejam para os seus filhos e netos o mesmo ambiente que existe na Europa hoje, que custou tanta luta e sangue para ser alcançado. O povo europeu, os nativos da Europa, passam a não ter mais voz na condução da política européia, inclusive a política de imigração. O pior, ele é acusado de ser racista e islamófobo (lembrete, "islamofobia" é uma palavra inventada pela Organização da Cooperação Islâmica com o propósito de silenciar os críticos do islão e da Sharia -- tornando-se uma palavra rápidamente adotada pelas elites européias).

Eu não entendo como a Esquerda possa apoiar a Sharia. O islamismo condena os gays que a esquerda defende. O islamismo tem uma séria de normas para as mulheres que são totalmente contrárias aos direitos que a Esquerda defende para as mulheres. O islamismo preconiza punições hiper-super-cruéis que a Esquerda condena. O islamismo estabelece que os muçulmanos são superiores aos não-muçulmanos (os dhimmis), logo, no islão, não existe a igualdade que a Esquerda defende.

Quem da Esquerda defende o islão é um traidor! Companheiros da Esquerda, por favor, caiam na real!

Ao se alinhar com o islamismo, ao invés de combater os seus aspectos nocivos, a Esquerda européia está forçando a população nativa da Europa a buscar outras alternativas políticas. E a Direita agradece.

Agora, vemos que o mesmo recurso, usado na Europa para tentar calar as vozes contrárias, também começa a ser usado no Brasil. Abaixo, vemos uma imagem de uma página do jornal O Globo de alguns dias atrás. Como é que a manchete se refere às manifestações anti-islão? Discutindo o motivo destas manifestações? Não. O que O Globo fez foi tentar rotular as dezenas de milhares de manifestantes como racistas e, claro, islamófobos, chamando a manifestação de "marcha xenófoba."


Os alemães não querem que uma nova modalidade de nazismo, o islamo-nazismo, tome conta do seu país. Eles estão mostrando que eles aprenderam a lição da História.

Não existe islamofobia. Que tal usar o termo islamo-náusea? De fato, o resto do mundo está começando a ficar enojado do islão. Ou talvez, usar o termo lixofobia  para se referir ao frutos eventuais da islamização.

Senão, vejamos. Maometanos são intolerantes, agressivos e mostram claramente não terem a menor intenção de se integrarem aos países que os acolhem. Bairros inteiros são transformados em guetos islâmicos onde a Sharia é aplicada e onde os serviços públicos, bombeiros, ambulâncias e polícia passam a evitar por serem recebidos com pedradas ou pior. Maometamos pregam abertamente a destruição da cultura ocidental. Jovens recém-conversos se juntam a grupos terroristas no exterior cometendo as maiores barbaridades, ou começam a tramar contra o seu próprio país. Cristãos e ateus são perseguidos onde os maometanos são maioria. As mulheres são ameaçadas, desfiguradas ou punidas nos países onde o islão tem a maioria (ou nos guetos islâmicos) quando resistem, mesmo que tênuamente, a se sujeitarem às normas da Sharia. Mutilação da genitália feminina, uma prática inexistente na Europa, surge e aumenta juntamente com o aumento da população islâmica. E o índice de estupros também aumenta do mesmo modo, surgindo uma nova desculpa para o estrupro: a minha religião permite isso.

Com tudo isso, quando a população de um país da Europa finalmente se levanta contra a islamização à fórceps do continente, o O GLOBO chama isso de islamofobia?

Ora bolas, vão catar coquinhos!

Apenas fatos recentes deste Natal que passou

Pois é, vejamos quatro exemplos recentes neste Natal que terminou alguns dias atrás, para "sentir o drama":

(1) Alemão é esfaqueado nas costas por um muçulmano após desejar Feliz Natal a ele e a duas mulheres muçulmanas (Netzplanet).


(2) Jovens muçulmanos invadem igreja na Alemanha interrompendo cerimônia de Natal, se referindo aos cristãos presentes com palavrões (RP Online). Em um futuro próximo, algo pior pode acontecer.


(3) Um casal de namorados é atacado com correntes por imigrantes muçulmanos no caminho de casa na noite de Natal (EB).


(4) E ainda existiu a sequência de atropleamentos, ao redor do mundo, feito por motoristas, todos eles tendo "Mohammed" como um dos seus nomes, gritando Allahu Akbar (Alá é o maior) e atropelando muitos infiéis em pontos-de-ônibus, mercados, feiras-livre, ... e a reação dos apologistas que tentam sempre culpar as vítimas é mostrada no desenho abaixo.


(5) E para completar, este documentário que mostra o estrago que a islamização causa na Grã-Bretanha 



A Esquerda (traidora) já saturou a Europa e os EUA de maometanos, agora a América Latina é a próxima da lista. O terreno está sendo preparado ao se lançar a idéia do "coitadismo islâmico" na mente da população brasileira. Isto é engenharia social. Os partidos de esquerda no mundo todo andam de mãos dadas com a islamização: partidos de esquerda abrem as portas a imigração, e a Irmandade Muçulmana e Arábia Saudita financiam os partidos de esquerda no poder. Tens dúvida? Veja como os partidos que se auto-proclamam de esquerda do Brasil (PT, PSol, PSTU, PC do B) se alinham e apoiam os piores grupos islâmicos no Brasil e no mundo.

Não queremos Sharia no Brasil! 

Quer saber mais? Sugestões de leitura:

- Exemplos de islamização no mundo

- Lista de "direitos" das mulheres sob o islão

- Exemplos de islamização do Brasil









domingo, 28 de dezembro de 2014

Islão toma posse da Catedral Nacional Americana (Protestante Episcopal)


José Atento

Nós mencionamos sobre o islão ter tomado posse da Catedral Nacional Americana (Protestante Episcopal), ao realizar uma oração na sexta-feira dia 14 de novembro. E o mesmo está programado para acontecer todas as sextas-feiras.

Mas não seria um exagero dizer "tomar posse" ? Não, pois isso é o como o islamismo pensa. A oração é um ato de posse, e onde ela ocorre passa a ser "terra islâmica."

É muito importante ressaltar que coisas que podemos fazer pensando estarmos sendo bonzinhos e tolerantes, para o islamismo é visto como um ato de rendição e reconhecimento da supremacia do islamismo.

É por isso que precisamos dizer não à Sharia, a toda e qualquer demanda. A islamização acontece uma concessão a cada vez. Isso é algo que todos nós, kafir (não-muçulmanos) precisamos fazer para defender a nossa sociedade.

E, do ponto-de-vista do cristianismo, permitir oração islâmica dentro de um templo é profanar este templo. Isso porque o islamismo nega o fundamento do cristianismo, que é Jesus ser Deus, e sua morte e ressurreição. Isso está dito claramente no Alcorão.

Diga isso ao seu padre ou pastor, antes que ele tenha a idéia de querer dar uma de "bom-moço" e jogar a fé cristã no lixo.

Então, já chegamos na situação onde se um ateu defender a cilização ocidental ele vai preso; se um cristão disser que Jesus é Deus ele vai preso. Hoje em dias, estes dois atos são atos revolucionários por serem contrários ao estabelecimento.

O vídeo se encontra em http://youtu.be/P2UsOqRBDMw.




sábado, 27 de dezembro de 2014

Música "Islão não para mim." Faça o download e compartilhe!


José Atento

Esta música foi proibida na França, apesar dela ser baseada em fatos considerados verdadeiros, descritos nas próprias escrituras islâmicas.




Outras versões sem legenda, uma delas tem a letra da música em inglês:





quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Cante! Exulte! É Natal! ... Natal? Música? Isso é Blasfêmia contra o Islão!!!!


José Atento

Em 1735, J. S. Bach compôs mais uma das suas obras magníficas, desta vez, um Oratório de Natal (BWV 248).

Abaixo,  vídeos apresentam o coral de abertura da:

  1. Parte 1, para o Primeiro Dia de Natal - 25 de dezembro
  2. Parte 3, para o Terceiro Dia do Natal - 27 de dezembro - "Adoração dos Pastores"
  3. Parte 4, para o Dia do Ano Novo
  4. Parte 5, para o Primeiro Domingo do Ano Novo
  5. Parte 6, para a Festa da Epifania 
A condução do Coral Monteverdi e dos English Baroque Soloists é do maestro Sir John Elliot Gardiner. Espero que as legendas do vídeo ajudem a apreciar a obra, que é simplesmente maravilhosa.

A wikipédia tem um artigo sobre esta obra, que você pode consultar para maiores detalhes.

A exemplo de outros artigos que trataram de música clássica, pautada em temas cristãos, tal como Feliz Natal, pois para nós uma criança nasceu, eu desejo chamar a atenção para dois fatos muito importantes que são parte da lei islâmica (Sharia). O primeiro, é a proibição à música. A segunda, é que celebrar o Natal, ou qualquer outra festa que não seja islâmica, seja ela de cunho religioso ou não, é crime segundo a Sharia.

Então, vamos desejar Feliz Natal e ouvir música, pois quebrar a lei islâmica faz bem a saúde!

É inadimissível pensar que em pleno século XXI existem pessoas que são presas nos "paraísos islâmicos" por desejarem usufruir das liberdades mais básicas, quer sejam cristãos, ateus ou de outras religiões. Neste Natal, pense nelas. Uma oração, ou um pensamento bom, já é algo positivo. E, converse com sua família, parentes e amigos sobre isso.

Mas, o mais importante, não deixe que estes problemas te afetem.

FELIZ NATAL!








PS. Lembre-se que para o islão, desejar Feliz Natal é pior do que matar uma pessoa.



terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Vídeo: Yazidis convertidos à força pelo Estado Islâmico


José Atento

Se você conversar com algum muçulmano ele irá te dizer que não existe complusão no islão. Se você perguntar para ele sobre as opções, conversão, morte ou subjugação, ele irá te dizer que pelo fato de que existem outras opções além da morte, é prova que o islão é tolerante.





sábado, 20 de dezembro de 2014

Autoridades cristãs brasileiras dão credibilidade ao islão, traindo ao Brasil e a Igreja



José Atento
Eu estou apresentando abaixo uma versão da notícia do Lebanon Files relativa a reunião entre o responsável pela dawa (pregação) islâmica no Brasil, o xeique Mohammed, do Marrocos, com lideres cristãos, incluindo-se o Cardeal de São Paulo Odilo Pedro Scherer, o Arcebispo da Igreja Ortodoxa grega no Brasil Dmiskinos Mansour, e o Bispo Maronita Edgar Madi, ocorrida no dia 16 de dezembro. 
Estes senhores estão fazendo um desserviço ao Brasil, pois ao participarem desta reunião eles dão credibilidade a uma ideologia (o islamismo) que deveria ser denunciada pelo que ela é: totalitária, misógina, e genocida; e que vem acompanhada do pior conjunto de leis já engendradas pelo ser humano, a lei islâmica Sharia. 
Estes religiosos deveriam ser presos por darem aval a uma ideologia que deseja ver a Constituição do Brasil substituída por um conjunto de leis medievais, a Sharia. Ao mostrar ao mundo o seu apoio a este barbarismo medieval, eles cometem o crime de lesa-pátria*, agem como "quinta-colunas" e traem os seus próprios princípios cristãos.  
De um ponto-de-vista estritamente secular, que já deveria ser o bastante, se opor ao islão é lutar pela liberdade, pelo livre-arbítrio, pela democracia, pelos direitos humanos como definidos pela Declaração Universal, pela igualdade de todos perante a lei (já que a Sharia é contra tudo isso). Além disso, no caso particular destes líderes cristãos, eles deveriam saber que o islão não apenas nega a divindade de Jesus Cristo, mas considera esta crença como uma blasfêmia, crime que sob a Sharia deve ser punido com a morte do infrator.
Será que estes líderes religiosos não tem tempo para lerem um pouco sobre o islão e sobre a sharia? É de se esperar que líderes religiosos deste quilate tenham algum estudo, e que tenham também a capacidade de se manterem sempre atualizados.  Senhores, qual é o vosso problema? 
* Lesa-pátria é um crime que inclui qualquer aliança política, traiçoeira, que causa prejuízos ao País, acabando com a Democracia, Soberania e Liberdade de Seu povo. 
No artigo abaixo, meus comentários estão em azul. 

Reunião entre cristãos e muçulmanos no Brasil, patrocinada pela Dar al-Fatwa, salientou diálogo e de renuncia à violência

Terça-feira 16 de dezembro de 2014 

Primeiro Encontro Islâmico-Cristão, entitulado "Cristo no Islã" em "Alrinesns" hotel na cidade de Sao Paulo, Brasil, sob os auspícios da Dar al-Fatwa no Brasil Sheikh Mohammed do Marrocos, na presença de uma galáxia de clérigos cristãos na vanguarda do Cardeal de São Paulo Odilo Pedro Scherer, Arcebispo da Igreja Ortodoxa grega no Brasil Bishop Dmiskinos Mansour, chefe da Bispo Maronita Edgar , o arcebispo do melquita Católica Dom Joseph Jabara, com a participação do ministro do Esporte Aldo e Sheikh Fahad Alameddine Sheikh Akl da comunidade drusa e uma constelação de idosos no Brasil e na vanguarda do Sheikh Nasser al-Khatib eo juiz Sheikh Talib Juma, Dr. Sami El-Borê, Sheikh Hussam al-Bustani, Dr . Helmi Nasr, e os anciãos: Otomano Sadiq Sheikh Salah Soliman.


Presentes os embaixadores dos Estados Árabes, incluindo-se Palestina, Kuwait, Marrocos, Jordan, Iraque, Liga Árabe, e encarregado de negócios na Arábia Saudita, Embaixada e cônsules: Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Turquia, Estados Unidos, Jordânia, Paquistão, Líbano, Bahrein, além dos chefes de segurança e reitores de universidades e o chefe do sindicato Alhamin no Brasil e do prefeito Gilberto Kassab e ex Alfredo Kotaite e chefes de partidos políticos, associações e clubes e os interessados em um diálogo e uma série de notáveis da comunidade libanesa e árabe no Brasil.

Depois de hinos brasileiros e libaneses e de leitura do Alcorão, Bishop Dmiskinos ocorrer na reunião para sublinhou "a importância da União em face do extremismo e violência em nome da religião", e disse que "os muçulmanos e os cristãos vivem pacificamente por centenas de anos ".

Bispo Dmiskinos, eu sugiro que o senhor leia o artigo "Islão: o Aniquilador de Civilizações."

Em seguida, falou Sheikh Nasser Al-Khatib, afirmando que "a tolerância do Islã, que defendia a coexistência e respeito um pelo outro", de acordo com "a mensagem de Cristo e da aplicação do profeta Maomé."

Veja neste artigo como o "profeta Maomé" lidava com co-existência e respeito pelo outro:  "Maomé assassino: Maomé manda matar todos aqueles que o criticam."

O representante Saudita Ibrahim resslatou "o papel desempenhado pela Arábia Saudita e os esforços do Guardião das Duas Mesquitas Sagradas do rei Abdullah bin Abdul Aziz Amir no domínio do diálogo inter-religioso".

Veja o mais recente exemplo de diálogo inter-religioso da Arábia Saudita:  "Arábia Saudita decreta a pena de morte para quem carregar a Bíblia."



O embaixador da Jordânia, em seguida, falou sobre "a importância da iniciativa da estatura do Reino Hachemita da Jordânia no diálogo inter-religioso e na encruzilhada de civilizações e culturas, o que resultou no campo Bill de Omã." Virando-se para a "importância da unidade islâmica do cristão e coordenação Islâmica para resolver muitos dos problemas vividos pelo Oriente Médio.

O embaixador da Palestina elogiou o "encontro e diálogo entre as religiões", chamando a todos para "visitar Jerusalém, o berço das religiões."

O discurso veio Cardeal Paulo Odilo "para enfatizar a importância da diversidade e respeito pelos outros, a tolerância e a implantação de uma mensagem de paz", disse: "As Relações Islâmico - cristianismo é histórica e ele mencionou um dos antigos documentos do Vaticano, que "confirma a profundidade do relacionamento", e condenou "qualquer uso da violência em nome da religião", e agradeceu em nome do Dar al-Fatwa "Representação Brasil sobre esta iniciativa."

Dom Odílio, veja o que a Sharia especifica como "direitos" dos cristãos sob o islão: "O Tratado de Umar."



E a palavra do encerramento do Sheikh marroquino, que falou sobre "a importância de tais encontros e utilidade", sublinhando que "o modelo do Brasil de convivência e de igualdade", e observou que "o papel distinto dos mestres da embaixadores árabes que participaram deste reunião para confirmar o valor do diálogo não-violência ", sublinhando que" a comunidade islâmica em Albrzel não tem qualquer projeto específico, mas trabalhar na prosperidade do Brasil. "Ele ressaltou que" renunciar a lutar e matar e sabotar o nome da religião e o direito de todos os meios pacíficos de mudança povos ", e exortou as grandes potências a" parar o fornecimento de lutadores de todas as partes com armas e combater as causas do extremismo e da violência e resolver o problema através do diálogo. "

Mas, xeique, a Ulemah da Universidade Al Azhar acabou de dizer que não pode condenar os jihadistas do Estado Islâmico porque ele são muçulmanos. Como é que fica isso frente ao seu discurso. Alguém está errado, você ou eles! Ou será que o xeique está falando apenas uma parte da verdade?

Além disso, os financiadores do Estado Islâmico e do Hamas estão sentados na audiência a qual o nobre xeique se reporta. Porque o xeique não pede, explicitamente, que Arábia Saudita, Qatar, Kuweit, ..., deixem de financiar o Estado Islâmico? 

Do mesmo modo, a disseminação do wahabismo no mundo, inclusive no Brasil, é financiada por estes mesmos países. O xeique concorda com isso? 

Eu concordo com o cardeal Paulo sobre "a formação de uma comissão para perseguir seu objetivo de desenvolver a base de Relações Islâmico-Cristão e da criação de condições para a realização de uma conferência internacional para o diálogo entre as religiões no Brasil."

Ou seja, o Cardeal de São Paulo está muito interessado em promover o islamismo no Brasil. Isso porque esta conferência serviria ao único propósito de apresentar uma versão água-com-açucar do islão, escondendo a sua verdadeira face. Eu duvido que o Bispo de Mosul, por exemplo, seria convidado para participar desta conferência. 

Cardeal, leia um pouco sobre a Lei dos Números do Islão






CARTA ABERTA AOS BISPOS E À IGREJA NO BRASIL


A Liga Cristã Mundial é uma entidade formada inicialmente por libaneses cristãos que sabem perfeitamente o que é conviver com o islão. Eles sentiram na carne o que aconteceu com o Líbano, fragmentado como consequência da imigração maciça de muçulmanos. Eles se preocupam com a ingenuidade das pessoas no ocidente, e no Brasil, em acreditarem que o islão é apenas mais uma "religião", igual a todas as outras, e com a recusa que muitos têm de encararem os fatos como eles são, mesmo quando estes fatos são apresentados por aqueles que têm experiência sobre o assunto ou que sentiram o problema na carne, preferindo se esconderem em visões utópicas ou ideológicas. 
Olhar para o outro lado, ou ignorar o problema, não vai resolver nada, apenas ampliar o problema.  
CARTA ABERTA AOS BISPOS E À IGREJA NO BRASIL

A LIGA CRISTA MUNDIAL está sempre atenta e vigilante pela defesa dos cristãos. O islamismo é uma ameaça. No Oriente Médio, precisamente na Arábia Saudita e países de constituição muçulmana (Síria, Marrocos, Barhein, Somalia, Quenia, Paquistão, Cazaquistão, Egito, Palestina, Iraque, Irã, Emirados Árabes, Argélia, Turquia, Etiópia, etc), os cristão sofrem pena de morte se tentarem praticar a sua Fé. Na Arábia Saudita basta o cidadão possuir uma Bíblia Sagrada para ser condenado à morte. Essa funesta perseguição contra os cristãos na África e outros países do Oriente demonstram o ódio à Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo. Como não satisfeitos, os muçulmanos lançam-se em sua ‘Jihad’ pelo mundo, pela implantação do Islã e conversão de todos à fé de Maomé.

Na América Latina eles já estão presentes e atuantes. Buscam a simpatia e acolhida dos cristãos, que são justamente aqueles que eles matam e perseguem nos países onde eles são hegemonia e detêm o poder. No Brasil eles são recebidos como ‘minoria’, ajudados e protegidos pelas normas Constitucionais que fomentam e protegem o direito à religião e ao culto religioso, seja de qualquer credo. Por isso no Brasil proliferam seitas de tudo quanto jaez e natureza. Portanto, ao vir para o Brasil, o Islã encontra terreno fértil para suas pregações e instalações cultuais. Já que o cristianismo, mormente o catolicismo, encontra-se numa fase de desprezo e perseguição cultural, as gerações de novos brasileiros crescem e se multiplicam com a ignorância da Fé Cristã, tornando-se assim presas fáceis de ‘novas’ pregações, principalmente do Islã, que tem um aspecto materialista e de sensualidade machista cultural que favorece a sua imediata aceitação nesse meio já predominante mente ateu ou indiferente à religião cristã.

O Cristianismo é uma religião difícil de se viver pois sua Moral é exigente e coerente com a pregação do Nosso Senhor Jesus Cristo: não aceita o aborto, rechaça toda sorte de materialismo, a prática do homossexualismo, defende a propriedade privada, é essencialmente monogâmico e fundamenta sua atividade na família tradicional natural. Prega o amor ao próximo, mesmo ante o inimigo, e louva o martírio, numa atitude de passividade e abnegação. Diante dessas exigências de cunho cristão autêntico, o Islamismo toma vantagem, já que a ‘guerra santa’, que consiste na propagação da fé em Alá e nos preceitos irredutíveis do Corão, que não permite a liberdade de outra fé que não seja a islâmica. Não há alternativa de escolha, condenando à morte àquele que é chamado doravante de infiel. Inclusive a própria mulher é tomada como objeto de prazer do homem, subjugando-se aos seus caprichos, como determina o seu papel no livro do Alcoorão. Anula-se toda cultura contrária, impondo-se a cultura determinada e única ditada pelos versos coralistas.

Mesmo diante de toda explicitação do Alcoorão e da cultura islâmica que salta aos olhos do mundo, não obstante do fanatismo e fundamentalismo que se faz presente nos países onde estão implantados, a atitude do Clero católico ainda é o da receptividade e, pasme-se, de certa cumplicidade diante de ações de perseguição que são feitas de forma intermitente e permanente nos países islâmicos. Cristãos são mortos e trucidados de forma mais que violenta e perversa, e os pastores cristãos não se posicionam com indignação ou altivez diante dos líderes muçulmanos, exigindo a liberdade e o alívio de milhares de sacerdotes e fiéis cristãos que são mortos ou desaparecidos diariamente.

Causa espanto a leniência com que o Cardeal Odilo Scherer, de São Paulo recebeu, na semana passada, os líderes muçulmanos, num cortejo de camaradagem e hospitalidade, sem contudo, se pronunciar ou reclamar sobre os tratamentos que os cristãos/católicos e ortodoxos  têm recebido em terras islâmicas que esses mesmos chefes islâmicos representam.

É incrível como aqui no Brasil as coisas transcorrem como se tudo fosse normal e como se nada de grave ou incômodo estivesse acontecendo nesses países muçulmanos. O mínimo que se deveria exigir era a reciprocidade de tratamento nas restrições de culto e de liberdade de expressão. Mas, infelizmente, a leniência e conivência clamam aos céus por uma ação direta de Deus, que não tardará a chegar.

A Liga Cristã Mundial não se calará jamais diante de tanta passividade e equívocos que estão cometendo os pastores cristãos. Gritará e denunciará toda e qualquer atrocidade, perseguição, preconceito ou restrição aos cristãos, em qualquer parte do mundo. Principalmente no Brasil estaremos alertas e vigilantes para não deixar que aqui se desenvolva o islamismo. Eles chegam humildes, amigáveis, mas com o passar do tempo, à medida que crescerem seus adeptos, a situação muda de figura e aí não será difícil adivinhar o que acontecerá. Basta observar friamente o que ocorre na Inglaterra, França, Holanda, Suécia, Itália e outros países europeus.

Que Deus abençoe a LCM, e que seus membros sejam verdadeiros cruzados do século XXI. Sem medo, intrépidos, vigilantes, aguerridos em defesa da verdadeira Fé Cristã, pois Nosso Senhor Jesus Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida. É a Fé Cristã a única forma de se salvar, não havendo outra. Lutaremos sem tréguas e sem temor, pois a vitória da Cruz de Cristo já está garantida. Amém.  
   
Liga Cristã Mundial.

São Paulo, 18 de Dezembro de 2014

Leia sobre o evento que o Cardeal de São Paulo participou: 
http://infielatento.blogspot.ca/2014/12/autoridades-cristas-dao-credibilidade-ao-islao.html

Saiba mais sobre a Liga Cristã Mundial:
http://www.theotokianos.org.br/?cont=315&vis=

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Liga Cristã Mundial Brasil
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

"Humanistas da Europa: é hora de darmos um basta à islamização", diz parlamentar suiço


José Atento
"Se perdermos essa batalha, nao haverá segunda chance, porque o Islão nunca devolveu o que conquistou. Por isso eu chamo a todos os humanistas do Continente, para que não fiquem com suas cabecas enterradas na areia, mas para que resistam ao dogma islâmico que quer nos conquistar. Vamos juntos, encontrar nosso caminho de volta para a nossa preciosa herança intelectual. O Islão só é forte, se nós formos fracos."
Foi nestes termos, que Oskar Freysinger, membro do parlamento Suiço, pelo Partido do Povo Suiço, colocou o problema que a Europa se defrontar, em um discurso dado em 3 de setembro de 2011 (ver vídeo abaixo).

Ele se opõe ao multiculturalismo e a imigração islâmica, a qual ele chama de "uma tentativa de conquistar o Ocidente."

E ele está correto.

Assista ao vídeo com uma porção do discurso. Após o vídeo, eu transcrevo uma entrevista que ele deu a Folha de São Paulo, em 29 de novembro de 2009, reproduzida a partir de texto do blog Blog Militar Legal.




Deputado diz temer "invasão islâmica"

"Há dez anos havia 20 mil muçulmanos aqui (Suíça). Agora são 400 mil, e vão aumentar, porque eles têm três vezes mais filhos. Para a civilização ocidental este será o maior problema dos próximos 50 anos, como evitar uma regressão do que conquistamos com o Iluminismo."

DE GENEBRA

Oskar Freysinger teme uma invasão islâmica após a Suíça ter aderido, em 2008, ao espaço Shengen para a livre circulação de pessoas em parte da Europa.

E, para impedir que o islã político ganhe força, o deputado de 49 anos do ultranacionalista SVP (Partido do Povo Suíço) se uniu a 15 colegas de sigla e aliados evangélicos e lançou o plebiscito de hoje contra os minaretes -embora não saiba explicar como a extinção das torres afetará o movimento. Ele falou à Folha por telefone, de Berna. (LUCIANA COELHO)


FOLHA - Por que [propor um referendo] agora?

OSKAR FREYSINGER - Um grupo turco ergueu um minarete na cidadezinha de Wangen [no início do ano]. Dos 4.500 habitantes, 3.800 e a Câmara dos Vereadores se opuseram, mas não conseguiram evitar, pois a Constituição prevê liberdade de religião. Logo, não tínhamos outra possibilidade para fazer valer a vontade do povo senão agir no nível constitucional.


FOLHA - Não é um exagero estender para todo o país?

FREYSINGER - Sim, mas há pedidos pendentes. Não queremos esses minaretes construídos enquanto o islã não evoluir, não separar religião, política e legislação. Isso não é compatível com nosso Estado de Direito. No islã a vida humana não é protegida.


FOLHA - A descrição que o sr. dá se aplica a uma parte mínima e radical, não? Acha possível comparar países como Arábia Saudita e Turquia?

FREYSINGER - Na Turquia há o Exército equilibrando. Mas quem paga os minaretes são pessoas da Arábia Saudita. Essa gente é perigosa, quer os minaretes como símbolo da dominância política do islã.


FOLHA - E o sr. não tem nada contra as mesquitas?

FREYSINGER - Não tenho. Nós na Europa temos hoje a religião como uma questão privada. No islã é uma questão de sociedade. Isso significa confronto com nossos direitos civis. Eles querem leis especiais.


FOLHA - Aqui? Conversei com vários. Não soam radicais.

FREYSINGER - Claro, a maioria veio dos Bálcãs. O problema deles é com a máfia albanesa. Mas, com o espaço Shengen, temos que deixar de tudo entrar. Logo teremos a mesma situação da França e do Reino Unido, onde tribunais usam a lei islâmica sob cortes civis [alguns juízes britânicos acatam argumentos da sharia].


FOLHA - E como vetar minaretes vai impedir que isso ocorra?

FREYSINGER - Tenho montes de e-mails de muçulmanos moderados que não querem minaretes construídos aqui porque fugiram dos fundamentalistas e vieram para um país livre.


FOLHA - Se a comunidade é moderada, por que o temor?

FREYSINGER - Aqui temos a democracia direta. Temos que defender isso. Se em Wangen as pessoas dizem que não querem o minarete e seu desejo não é respeitado, é inaceitável.


FOLHA - Por que usar um comitê e não fazer o pleito pelo SVP?

FREYSINGER - O partido não estava interessado, então resolvemos tocar nós mesmos.


FOLHA - Acha que ganhará?

FREYSINGER - Será difícil, há muita gente contra. Mas acho que vai ser por pouco.


FOLHA - O sr. conhece o minarete de Genebra? É discreto.

FREYSINGER - É sim. Mas há dez anos havia 20 mil muçulmanos aqui. Agora são 400 mil, e vão aumentar, porque eles têm três vezes mais filhos.

Para a civilização ocidental será este o maior problema dos próximos 50 anos, como evitar uma regressão do que conquistamos com o Iluminismo.

Você pode dizer que eu estou errado, mas será um grande problema.


FOLHA DE SÃO PAULO


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Agora, segue o texto do discurso mostrado no vídeo:
A Europa é uma ideia. É uma paisagem cultural.
Um espaço intelectual formado pela História.
A Europa é o berço da democracia constitucional moderna.
É onde mantemos os tesouros dos direitos humanos, da liberdade de opinião e de expressão.
Ou pelo menos, costumava ser, até recentemente.
Isso está, cada vez mais, correndo perigo, por conta da nossa elite política
que vem baixando suas cabecas ante certos dogmas religiosos,
os quais são completamente estranhos à nossa história intelectual, aos nossos valores e as nossas leis.
Esse dogma, está corroendo os pilares do nosso sistema de leis,
onde quer que lhe seja dado o espaço para fazê-lo.
Esse dogma, exige obediência total dos seus seguidores.
“Eles jamais deverão se integrar dentro no nosso sistema de valores”.
Isso seria “traição” punível com a morte.
Eles querem conquistar e subjugar o nosso mundo occidental.
Não com tanques, foguetes ou atiradores.
Até porque, isso é uma coisa que eles jamais conseguiriam.
Não pela revolta brutal.
Não, o Islão não tem pressa nenhuma. Ele tem a eternidade.
Um longo processo de desmoralização e ocupação em camera lenta,
da nossa sociedade enfraquecida, e com poucos filhos, é algo previsível.
A intenção da doutrina Islâmica é rastejar, pouco a pouco para dentro do nosso dia-a-dia.
É fazer com que a Fortaleza da Europa desmorone de dentro pra fora.
Apenas pense em como os Sérbios perderam Kosovo.
Através de um desenvolvimento demográfico, e a ajuda da OTAN,
que ajudou a fundação do primeiro estado Islâmico em solo Europeu.
Que empreendimento suicida! Que sinal ameacador!
O dogma Islâmico está agora se impondo por toda a parte.
Na Turquia, os islamistas estão gradualmente ocupando todos os postos judiciais e do exército.
De modo a obliterar a heranca de Kemal Ataturk.
O Libano será um estado islâmico nas próximas décadas.
A Primavera Árabe está a ponto de ser tomada pelos extremistas Islâmicos.
No Iraque, Egito, Paquistão, as últimas comunidades cristãs estão à beira da extinção.
E o que nos estamos fazendo?
Nós estamos deixando essa doutrina violenta entrar e subverter a nossa lei,
sem nenhum impecilho, dentro de guetos culturais.
Sera que nós enlouquemos?
Agora é a hora de se levantar!  Vamos!!
Nós apenas encolhemos os ombros quando uma menina é forçada a se casar,
e quando os  muculmanos integrados são pressionados e ameaçados.
Nós olhamos para o outro lado, quando uma mulher é espancada,
ou quando bairros inteiros das nossas cidades são tomados.
Nós pensamos que podemos amolecer esses “guerreiros sagrados” famintos de poder
dando-lhes beneficios sociais.
Nós pensamos que podemos comprar a nossa paz de espirito!
Que loucura!
A barba do profeta não é para ser acariciada!
Fanáticos não podem ser comprados.
A Alemanha deveria saber disso melhor do que qualquer outro país no mundo.
Meus queridos amigos da audiencia,
nós não estamos lutando contra pessoas, nós estamos lutando PELAS pessoas!
Estamos lutando contra um dogma que despreza toda a humanidade!
Que quer nos empurrar de volta  a barbarie.
Nós não desistiremos facilmente da nossa liberdade,
pela qual lutamos tão duro através dos séculos.
Queridos berlinenses, essa é a minha posição
e não pode ser de outra maneira.
Porque ninguem na Europa irá se levantar,
nem mesmo pelos pilares da nossa civilização, da nossa lei, da nossa humanidade.
O  trancendental e  incondiciontal “Ame o seu proximo.”
ESSE é o pilar! 
Agradecimentos a ES pela tradução do vídeo.


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Desejar "Feliz Natal" é pior do que assassinato


José Atento

Para um muçulmano, desejar "Feliz Natal" é pior do que fornicação ou assassinato! Avise isso ao seu padre ou pastor, principalmente se ele cair no engodo do "diálogo inter-religioso" com o islamismo.

Ou então, compartilhe com o seu amigo ateu, que acha que os piores "crentelhos" são os Evangélicos (quando na verdade, os "crentelhos" islâmicos são um bilhão de vezes piores, além de muito mais perigosos).

Quem fala no vídeo é o imã Abu Mussab Wajdi Akkari, nascido no Líbano.

Ele diz que desejar Feliz Natal é pior do que fornicação (sexo ilícito), beber álcool e ou matar alguém. Desejar Feliz Natal, diz ele, é o "pior crime." Desejar Feliz Natal é congratular uma "religião falsa" e a pior forma de paganismo.

O imã se refere a shirk que significa idolatria e kufr que significa descrença. De modo que desejar "Feliz Natal" é idolatria e um ato de descrença. Isso é consistente com o tafsir (interpretação ou exegese) do Alcorão que diz que lutar contra cristãos e judeus é legal pois eles são idólatras e descrentes.

Isso parece meio estranho, porque nós desejamos Feliz Natal na maioria das vezes sem nos preocupar com o sentido religioso da data, mas sim, pelo aspecto cultural de uma festividade que envolve família e amigos.

Mas o islão existe para impor o seu padrão de conduta sobre os outros. O islão é intolerante,exclusivo e mono-cultural. É como ele pensa ou sofra as consequências (lógicamente, seguindo a lei dos números). E isso deve ficar bem claro, pois aceitar o islão e suas exigências é, em termos práticos, dar adeus a nossa sociedade e cultura. Lembre-se que o islão é um aniquilador de civilizações.

Nos "paraísos islâmicos" os cristãos que lá moram sofrem diversas formas de restrição, variando em grau de rigor. Em alguns lugares, podem até serem presos por exporem símbolos natalinos.

Pense comigo. Se desejar Feliz Natal (ou certamente, portar algum s'imbolo natalino) for pior do que assassinato, isso leva-nos a crer que a punição para este crime (dizer Feliz Natal) deve ser maior do que matar uma outra pessoa. Ou seja, diga Feliz Natal e vá preso, com pena maior do que você teria se tivesse matado alguém. E, como nos "paraísos islâmicos" a pena de morte é aplicada para certos crimes, como assassinato, certamente que o infeliz que disser Feliz Natal pode acabar morto.



https://www.youtube.com/embed/6P3fflwWGuE



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Jihad Islâmica (Parte 2): de Maomé até a criação do islamismo


José Atento
Esta é a Parte 2, de 4, do texto "A Cruzada Islâmica de Mil Anos" escrita por Craig Winn, autor do best seller "O Profeta da Perdição, O Dogma Terrorista do Islão Segundo as Próprias Palavras de Maomé." Este texto apresenta a linha do tempo do terrorismo islâmico, que começou com Maomé continua até os dias de hoje.
A lista de cronológica de "eventos sagrados" (do ponto-de-vista islâmico) estabelece o fato de que o islão foi alimentado pela pilhagem e se expandiu sob as costas ensanguentadas das suas vítimas.  
Além disso, um fato pouco divulgado, entre tantos que envolvem o islão, é que as escrituras islâmicas, inclusive o Alcorão, foram compiladas entre 100 a 300 anos após a morte de Maomé. Foi então que o islão foi criado como religião e sistema político, sempre usado por califas e chefes tribais para impor o seu domínio. Ou seja, o islão é um sistema político-religioso que satisfaz ditadores, e os clérigos que se beneficiam com ele, há mais de mil anos.   


Jihad Islâmica (Parte 2)

De Maomé até a criação do islamismo

(ou seja, de Maomé até a compilação das escrituras islâmicas)

Tradução do original

Islam's 1,000-Year Crusade

Escrito por Craig Winn


Traduzido e comentado por José Atento


Parte 2: De Maomé até a criação do islamismo (ou seja, de Maomé até a compilação das escrituras islâmicas)



 Clique aqui para ler a Parte 3

Clique aqui para ler a Parte 4

622 DC: Após os embaraçadores Versos Satânicos e alucinógena Jornada Noturna aos céus à bordo de um asno voador, o candidato a profeta fugiu às pressas de Meca. Ele se reuniu com os 12 líderes de Yathrib, atual Medina, em um vale chamado Aqaba, e os primeiros muçulmanos “prometem guerrear toda a humanidade.” Começa, assim, oficialmente, a era islâmica. [1] (veja em  "Satan's Bargain" e "Delusions of Grandeur", capítulos de O Profeta da Perdição).


[1] NOTA DO TRADUTOR – O primeiro ano na escala de tempo islâmica começa com a “migração” de Maomé de Meca para Medina, quando ele se torna um líder politico e militar.

623 DC: Os muçulmanos derramam o primeiro sangue, matando um cidadão de Meca e sequestrando outro em Nakhla. Eles saquearam a caravana e trouxeram o roubo de volta para Maomé. (veja no capítulo "The Pedophile Pirate" de O Profeta da Perdição).

624 DC: Maomé conduziu os primeiros muçulmanos a saquearem uma caravana, proveniente de Meca, em Badr. Eles perderam o alvo mas encontram alguns mercadores que tinham saído para proteger os seus interesesses comerciais dos incursores islâmicos. Os muçulmanos mataram 70 mercadores, a maior parte deles seus parentes, e tomaram quase o mesmo número como reféns. Os reféns foram resgatados por suas famílias através de “fiança,” criando um precedente islâmico que é seguido até hoje. A oitava Sura do Alcorão foi “revelada” nesta época como uma escritura situacional apresentando justificativas para luta e para roubo. (Veja no capítulo  "War Made a Profit (and a Prophet)"  de O Profeta da Perdição).

624 DC: Maomé sitiou o mais rico povoado judeu em Yathrib. Após forçar os Banu Qaynuqa a morrerem no deserto, Maomé roubou suas casas, terras, comércio, fazendas e tesouros. As Suras número 59, 61, 62, 63 e 64 do Alcorão foram reveladas para levarem os muçulmanos a acreditarem que tudo o que eles estavam fazendo era religioso e bom. (Veja no capítulo "Mein Kampf" de O Profeta da Perdição).

625 DC: Os muçulmanos continuaram a aterrorizar e roubar os habitants de Meca, tanto que eles decidiram ir até Yathrib/Medina para terminar com a fonte do seu sofrimento. Achando que eles tinham matado Maomé e maior parte dos jihadistas em Uhud, o grupo de Meca voltou para casa. Como a religião-terrorista esteve a um centímetro de ser destruída, Maomé concebeu a 3a Sura, na qual Alá diz aos muçulmanos que ele irá matar todos aqueles que não lutarem em prol do Islã. (Veja no capítulo  "Good Muslims Kill" de O Profeta da Perdição).

625 DC: Necessitanto saciar a cobiça sanguinária dos seus mercenários, Maomé decidiu saquear a segunda maior comunidade judia em Yathrib (Medina). Os indefesos judeus da tribo Banu Nadir foram condenados à fome em submissão aos muçulmanos, e forçados para morrerem no deserto [2]. Novamente, Maomé roubou suas casas, terras, comércio, fazendas e tesouros. Maomé começou a se tornar um pervertido sexual, e como um megalomanícado impiedoso, ele inventou a  Sura 33, o mais imoral discurso do Alcorão para justificar a sua vida desprezível. Alá aprova estupro e incesto. (Ver no capítulo "Lustful Libertine" de O Profeta da Perdição).

[2] NOTA DO TRADUTOR – Fato imitado pelos turcos circa 1920 ao forçarem os cristãos armênios a morrerem no deserto sírio.

626 DC: Os mercadores de Meca retornam a Yathrib/Medina na tentativa de por um fim na campanha terrorista de Maomé. Mas eles foram frustrados por uma trincheira cavada na areia. Apesar da Batalha da Trincheira tenha resultado em um impasse, Maomé regozijou-se de um modo típicamente islâmico.

627 DC: Considerando que a Batalha da Trincheira não resultou no derramamento de sangue e nem saque, Maomé teve que encontrar alguma presa fácil para saciar os seus jihadistas. O encampamento judáico dos Banu Qurayza em Yathrib/Medina sofreu como resultado. Depois de te-los feito passarem fome até capitularem, Maomé mandou o seus valentões cavarem trincheiras no centro de Medina. Ele fez com que cada um dos homens judeus e meninos maiores que 12 anos de idade tivessem suas mãos amarradas. Ele fez com que este grupo, totalizando 900, desfilasse em grupos pequenos na sua presença, e mandou os seus mujahideen os decapitarem em frente à trincheira – empurrando os seus corpos na trincheira. Então, Maomé, depois de ter escolhido a mulher judia mais atraente para ele, usou de uma loteria para determinar a ordem da seleção para que os seus seguidores pudessem escolher as vítimas para serem estupradas. As crianças judias foram escravizadas e vendidas de modo a que mais armas pudessem serem compradas.  Pedaços da Sura 33 do Alcorão foi revelada para demonstrar que Alá era um terrorista, mercador de escravos e ladrão assassino. (Ver no capítulo  "Islam's Holocaust"  de O Profeta da Perdição).

Detalhe da pintura em miniatura “O Profeta, Ali, e os Companheiros no Massacre dos Prisioneiros da tribo judaica de Beni Qurayzah”, ilustração de um texto do século 19 por Muhammad Rafi Bazil.

628 DC: Este foi um ano muito ruim. Nele, o terror tornou-se o ato marcante do Islão, com incursões lançadas contra os árabes do Lihyan e do Banu Mustaliq. Neste mesmo ano, a Sura 24 do Alcorão foi revelada para livrar o profeta pedófilo de uma situação delicada com a sua esposa-criança (Aisha).

Foi então que o mensageiro de Alá montou uma considerável força de jihadistas para pilhar a sua cidade-natal de Meca – uma vila de barro com 5 mil pessoas que era a sede de uma pilha de deuses de pedra, incluindo a pedra de Alá, chamada de Caaba. Mas o menino de Alá ficou intimidado, e ao invés de saquear os seus parentes ele assinou o Tratado de Hudaybiyah, no qual ele, Maomé, negou ser um profeta e que Alá era um deus. A Sura 4  do Alcorão foi revelada dizendo aos muçulmanos como eles devem lutar. (Ver no capítulo "The Tormented Terrorist" de O Profeta da Perdição).

Este fato levou o Islão para a sua hora mais macabra. Sem a pilhagem que os jihadistas esperavam de Meca, os primeiros muçulmanos se voltaram contra Maomé em uma rebelião em massa. O Senhor da Guerra islâmico fez aquilo que todos os déspotas fazem – ele achou um bode expiatório para saciar a sua horda de saqueadores. No caminho de volta para Yathrib/Medina, os jihadistas de Maomé perpetuaram uma incursão terrorista sobre a comunidade judáica de Khaybar. A vila de campesinos foi conquistada de modo selvagem e saqueada. Os líderes da vila foram torturados sob as ordens de Maomé. Os homens foram assassinados e as mulheres estupradas, com Maomé, novamente, participando da farra pessoalmente. Os muçulmanos novamente roubaram as casas, propriedades e posses dos judeus. Novamente, as crianças judias foram escravizadas e o lucro com a venda de escravos usado para comprar mais armas e construir uma milícia ainda maior. A Sura 49 do Alcorão foi então revelada de modo a restabelecer a esfarrapada reputação de Maomé. O texto é especialmente revoltante (Ver no capítulo "Blood & Booty" de O Profeta da Perdição).

Muçulmanos celebram as matanças promovidas por Maomé como algo sagrado.

629 DC: Como um prelúdio à desenha da sua promessa com os habitantes de Meca em Hudaybiyah, onde Maomé prometeu que não iria aterroriza-los por 10 anos, o profeta do islão revelou a Sura 66 do Alcorão que diz: "Alá sancionou para você a dissolução dos seus votos." O deus do Islão autorizou a sua única testemunha a mentir. Ele então recitou a Sura 48 na qual os muçulmanos pacíficos que não queriam lutar foram avisados que eles seriam torturados por Alá. Então, ele disse na Sura 47, "Então, quando você se encontrar com os infiéis em batalha ataque os seus pescoços até os derrotar, matando e ferindo muitos deles. Quando você os tiver subjugados totalmente, amarre-os firmemente, fazendo-os cativos … Então você é comandado por Alá a continuar executando Jihad contra os infiéis descrentes até que eles se submetam ao Islão."

Com esta inspiração, os mujahidin de Maomé assaltam e pilham as vilas árabes de Mulawwih, Banu Bakr, Harith, Kadid, Salasil, Jusham, e Idam, em uma séria de incursões terroristas. Maomé então envia-os para atacarem os bizantinos próximo à cidade de Mutah (localizada atualmente na Jordânia). É a primeira vez que os jihadistas lutam contra um exército de verdade, sendo fragorosamente derrotados. (Ver no capítulo  "Legacy of Terror" de O Profeta da Perdição).

A Jihad está marcada no sub-consciente coletivo dos muçulmanos: monumento que celebra a “Batalha de Mutah” na Jordânia

630 DC: Maomé revelou a penúltima sura do Alcorão momentos antes de conquistar Meca. A Sura 9 é o manifesto de guerra do Alcorão, onde encontramos: "Esta proclamação de Alá e Seu Mensageiro [Maomé] para o povo [muçulmano] no dia da Grande Peregrinação [ataque a Meca]: Alá e Seu Mensageiro dissolvem as obrigações (tratado) com os infiéis." Com uma superioridade numérica sobre os mercadores de Meca de dois para um, os mujahidin de Maomé conquistam a sua cidade-natal e forçam todos a se submeterem ao Islão ou a morrerem.

No seu caminho de volta, os jihadistas islâmicos aterrorisam as vilas árabes de Hunsin, Auras, and Taif. (Ver no capítulo  "Jihad" de O Profeta da Perdição).

631 DC: Tendo caçado em demasia os judeus e os árabes, Maomé tornou os seus olhos para os cristãos bizantinos. Ele revelou a última sura do Alcorão, a Sura 5, para tornar os cristãos inimigos do Islão apesar de que nenhum cristão jamais tenha falado uma palavra ou posto um dedo em um único muçulmano. Com a sua justificação em mãos, Maomé junta uma milícia de 30.000 mujahidin para assaltar a cidade de Tabuk, localizada atualmente no noroeste da Arábia Saudita. Ele deu aos cristãos um ultimato: "paguem tributo ou morram." (Ver no capítulo "Profitable Prophet Plan" de O Profeta da Perdição).

 

632 DC: Maomé morre uma morte miserável [3]. Sob o Califado (Deputado do Profeta) de Abu Bakr os jihadistas islãmicos promovem uma cruzada para conquistar toda a Arábia [4]. Os árabes ou se submetiam ou morriam [5]. (Ver no capítulo "Prophet of Doom" de O Profeta da Perdição).


[3] NOTA DO TRADUTOR – Maomé foi envenenado. Não se sabe ao certo quem o envenenou. Alguns dizem ter sido Rayana, a escrava-sexual judia de Maomé. Outros (notadamente os xiítas) acusam Aisha (a criança com quem Maomé se casou).   [4] NOTA DO TRADUTOR – Fontes islâmicas (por exemplo, Tabari) narram que o Califa Abu Bakr não aceitou que as tribos que haviam jurado submisssão a Maomé deixassem de ser muçulmanas. Como deixar de ser muçulmano (apostasia) é um crime punível com a morte, estas campanhas são conhecidas como Guerras da Apostasia (ou Ridda) ou ainda Guerras de Compulsão.
[5] NOTA DO TRADUTOR – Aos árabes politeístas não havia escolha: conversão ao islã ou morte.

Mapa mostrando o local dos confrontos dentro das Guerras de Compulsão. 

Após conquistar a Arábia, roubando deste modo os árabes da sua liberdade, prosperidade e esperança, para sempre, os jihadistas de Abu Bakr pilham o Iemen. Lá, Mussailima, outro falso profeta indistinguível de Maomé, é conquistado. Os muçulmanos fazem guerra contra as comunidades de Zu Qissa, Abraq, Buzakha, Zafar, Naqra, and Bani Tamim. (Tabari, Volume 10).

633 DC: Os mujahidin muçulmanos, liderados por Khalid al-Walid, o novo terrorista sanguinário da nova religião, a quem Maomé havia pessoalmente apelidado de “Espada de Alá” devido a sua ferocidade e propensão para amarrar as mãos de mulheres e crianças às costas para então cortar fora as suas cabeças, conquista a cidade persa de Ullays ao longo do rio Eufrates, no atual Iraque. Khalid decepa a cabeça de tantos civis que um canal próximo, por onde o sangue jorrou, é chamado de Canal do Sangue [6] até hoje. (Tabari Volume 11:24).


[6] NOTA DO TRADUTOR – Batalha de Ullays, também conhecida como Batalha do Rio de Sangue. 

Nos meses seguintes, os mujahadins the Khalid atacam o Bahrain, Oman, Mahrah, e Hadramaut. O segundo mais famoso terrorista islâmico faz incursões nas cidades do Iraque, e sitia Kazima, Mazar, Walaja, Ulleis, Hirah, Anbar, Ein at Tamr, Jandal, Firaz, e Daumatul.

A "expansão pacífica" do islão: campanha de Khalid al-Walid no Iraque

634 DC: Nas batalhas de Basra e Ajnadin Damasco na Síria, os jihadistas muçulmanos derrotam regimentos bizantinos. Jihadistas da atualidade, como recentemente Osama bin Laden, se inspiram nestas vitórias islâmicas e especialmente em Khalid al-Walid. "Exércitos tornam-se numerosos apenas com vitória e poucos com derrota. Por Alá, eu adoraria … se o inimigo fosse duas vezes maior." (Tabari Volume 11:94). Os jihaidstas se inspiram em Khalid dizendo que eles amam a morte mais do que os ocidentais amam a vida. Esta afinidade com a morte vem diretamente do Alcorão e do Hadith onde Maomé e Alá dizem que morrer enquanto matando infiéis numa jihad é o passo mais seguro para o paraíso.

A "expansão pacífica" do islão: campanha de Khalid al-Walid no Levante

Abu Bakr morre e o Califado de Umar ibn al-Khattab começa. Sua campanha de terror foi particularmente brutal. Imediatamente, ele ataca Namaraq and Saqatia.

635 DC: Mujahadin muçulmanos sitiam e conquistam Damasco. Ele lutam e vencem as batalhas de Bridge, Buwaib, and Fahl.

636 DC: Jihadistas islâmicos atacam e derrotam os enfraquecidos bizantinos novamente, em Yarmuk – desta vez pulverizando-os. Eles lutam e vencem em Madain.

637 DC: A Síria cai sob a investida islâmica. Então, os muçulmanos cruzados conquistam grandes porções do oeste da Pérsia (no atual Iraque), começando com a Batalha de al-Qadisiyyah. Os mujahadins muçulmanos ocupam a capital persa Ctesiphon.

638 DC: Assaltantes islâmicos atacam e derrotam os bizantinos na Batalha de Yarmouk. Os muçulmanos entram, ocupam e anexam Jerusalem, tomando-a dos bizantinos. Toda a judéia cai sob a espada o islã. Muçulmanos seguem saqueando Jalula e Jazirah e continuam a conquista do restante da Síria (a porção hoje que corresponde a Jordânia e o Líbano).

No fronte leste, exércitos islâmicos conquistam o leste da Pérsia no atual Irã, restando apenas a região do Mar Cáspio sob o controle persa.

639 DC: Os assaltantes islâmicos conquistam o Kuzestão[7] no leste, e no oeste eles entram no Egito, onde eles começam a pilhagem, queimando suas bibliotecas e desfigurando a sua história monumental.


[7] NOTA DO TRADUTOR – Kuzestão é hoje uma provincial do Irã rica em petróleo, às margens do Golfo Persa. Um dos motivos da Guerra Irã-Iraque dos anos 80 foi a reinvidicação iraquiana pela sua posse.  

640 DC: Jihadistas muçulmanos capturam a Cesaréia na Síria e Shustar Jande Sabur na Pérsia. Eles lutam a Batalha da Babilônia.

No fronte oeste, o Islão completa a conquista das cidades ao norte do Egito, roubando-as dos Romanos (bizantinos). Arábia, Egito, Pérsia, e as terras da Crescente Fértil são agora férteis feudos de quatro califas islâmicos.

641 DC: Cruzados muçulmanos que haviam ignorado o interior da Síria e da Judéia no caminho do Egito, retornam para levantar suas espadas sobre a cabeça de todos. Eles atacam Nihawand e então conquistam Alexandria no Egito.

Na fronte leste, o Islão conquista todo o Iraque, tomando-o dos persas.

642 DC: Mujahadin islâmicos lutam a Batalha de Rayy in Persia. Movendo sul, no fronte oeste, eles conquistam todo o Egito.

643 DC: No norte, o exército do Islão conquista o Azeibaijão e o Tabaristão, hoje parte da Russia.

644 DC: A máquina de morte islâmica saqueia e pilha Fars, Kerman, Sistan, Mekran and Kharan (no atual Irã). O Califa Umar ibn al-Khattab foi assassinado. Uthman ibn Affan foi nomeado como o terceiro Califa. Como a família de Uthman rejeitou a reividicação de Maomé de que ele era o Mensageiro de Alá, o Islão se divide, com os baderneiros xiítas fazendo campanha em prol de Ali, que foi primo, filho adotivo e genro de Maomé.

646 DC: Muçulmanos batalham em Khurasan, na Armênia, e na Ásia Menor, através do Cáucaso.

647 DC: Os bárbaros islâmicos saqueiam selvagelmente o Norte da África. Os jihadistas islâmicos conquistaram a Ilha de Chipre. Eles sitiam e saqueiam Trípoli, no norte da África. E eles forçam o estabelecimento do islão como a única religião aceitável nos atuais Irã, Iraque, Arábia e Afeganistão.

648 DC: Os exércitos muçulmanos foram unificados e se posicionaram contra os Bizantinos.

650 DC: A conquista e ocupação da Pérsia estava completa. Todo o conjunto da história dos mais antigos e poderosos impérios se rendem quando a resistência se torna fútil sob o assalto de espadas sanguinárias.

651 DC: Os muçulmanos vencem a Batalha de Masts, contra os Bizantinos, e quase capturam o emperador bizantino.

652 DC: O assalto islâmico contra a humanidade dá um tranco e os mujahadin muçulmanos mostram abertamente a sua hostilidade contra o califa Uthman.

654 DC: A violenta e agressiva conquista islâmica do norte da África estava quase que completa. Apenas o Marrocos permaneceu livre desta escória religiosa. Os muçulmanos começam a estabelecer feudos através das regiões por eles ocupadas.

656 DC: O califa sunita Uthman foi assassinado por soldados muçulmanos. O califado é dado a Ali ibn Abi Talib, filho adotivo, genro e primo de Maomé. A sua reinvindicação ao trono foi ter-se casado com uma das filhas de Maomé, Fatima. O assassinado de um califa, para que um outro se tornasse califa, se tornaria um procedimento operacional padrão no mundo islâmico.

Na Batalha do Camelo, Aisha, a esposa-criança de Maomé, liderou uma rebelião contra Ali, como vingança contra o assassinato de Uthman. Os xiítas, partidários de Ali, venceram.

Aisha liderando muçulmanos revoltosos contra o Califa Ali, na Batalha do Camelo

657 DC: Mais um capítulo na luta entre os xiítas e os sunitas (hoje chamada de “violência sectária”): a batalha de Siffin, entre Ali e o governador muçulmano de Jerusalém. Ali foi forçado para fora de Medina, movendo a capital xiíta do Islão para Kufa, no Iraque.

658 DC: Importantes batalhas foram lutadas pelos muçulmanos em Nahrawan, e depois no Egito, onde os últimos bolsões de resistência foram suprimidos. Os califados Umaída, e mais tarde o califado Abássida, iriam controlar o Egito até o ano 868 DC.

660 DC: As forças de Ali recapturam o Hijaz (a região de Meca-Medina) e o Iêmen do seu rival sunita, Mu'awiyah, um parente de Uthman. Então, Muawiyah se declara Califa e estabelece o seu trono em Damasco.

661 DC: Ali foi assassinado por um rival muçulmano sunita. Os partidários de Ali formam o partido politico/religiosos xiíta e promovem o filho de Ali, Hasan, como califa. Eles insitem que um descendente de sangue de Maomé mantenha o controle sobre todos os muçulmanos. Contudo, Hasan não queria ser o próximo a morrer. Ele fez um acordo com Muawiyyah, e abdicou ao trono, se retirando para Medina.

O Califado de Muawiyyah I começou. Ele fundou a dinastia Umaída e retirou de Medina, uma cidade fora da rota da civilização, o título de capital do império islâmico, se mudando para a urbana Damasco, agora a nova capital.

O que é interessante sobre isto é que muito embora Damasco, ao contrário de Meca e de Medina, fosse uma cidade com uma comunidade literária e alfabetizada, e embora existam muitos relatos sobre as batalhas dos Umaídas, coleta de taxa e promoções políticas, não existe uma única linha de escritura islâmica desta época – não existe uma única palavra do Alcorão ou Hadith que tivesse sido escrita até então. Os primeiros fragmentos do Alcorão datam do século oitavo e o mais antigo manuscrito dos Hadiths datam do século nono.

Não existia Alcorão ou qualquer outra base textual para a religião do Islã quando os seus mujahadin estavam conquistando o mundo. Isso significa que eles estavam fazendo isso por causa da pilhagem, e não por causa de uma religião. Este é um dos mais impressionantes fatos da História, embora muito pouco conhecido.

A dinastia umaída manteria poderes ditatoriais sobre todos os territories conquistados pelo islã até 750 DC.

662 DC: Toda a Península Arábica e os atuais Irã e Iraque foram unificados sob os califados umaída e abássida. O reino de opressão destes dois califados duraria até o ano 1258.

666 DC: Crusados muçulmanos atacam e saqueiam a ilha da Sicília.

670 DC: Exércitos islâmicos continuam a pilhagem da África do Norte no fronte oeste. Os jihadistas chegam ao Marrocos, conquistando-o. A região toda estava agora sob o controle dos califados umaídas e abássidas.

O Exército do Oeste captura Cabul no Afeganistão. Em muito breve, o islão controlaria e ocuparia toda a região do Cáucaso e o entorno do Mar Cáspio.

672 DC: Os muçulmanos conquistam a Ilha de Rodes, colocando-a sob o domínio das suas espadas.

673 DC: Os exércitos islâmicos começam a campanha de Khurasan.

674 DC: Os muçulmanos cruzam o Rio Oxus (Amu Darya, fronteira entre Turquimenistão e Uzbaquistão). Bukhara (no Uzbequistão) torna-se um estado vassalo.

677 DC: Militantes islâmicos ocupam Samarkand and Tirmiz (no Uzbequistão).

678 DC: Exércitos muçulmanos fazem sitiam Constantinopla, a capital do Império Bizantino cristão.

680 DC: O califa Mu'awiyah more e Hussein (Hussain) (neto de Maomé pelo lado de Ali), a sua família e os seus seguidores são massacrados em Karbala, Iraque, pelos sunitas umaídas. Como resultado disso, Yazid ganhou controle do legado de sangue de Maomé (tornando-se califa).

682 DC: No Norte da África, Uqba bin Nafe marcha até o Atântico. Ele é emboscado e morto em Biskra (Argélia). Os muçulmanos evacuam Qairowan e se retiram para Barqa.

683 DC: O Califa Yazid morre. Mu'awiyah II é coroado o novo rei da máquina da morte.

684 DC: Abdullah bin Zubair declara-se califa em Meca. Marwan I disputa a reivindicação e se nomeia califa em Damasco. Enquanto isso, o assalto islâmico continua a sua marcha com a Batalha de Marj Rahat (que ocorreu próximo à Damasco).

685 DC: Caindo feito moscas, Marwan I morre, e então Abdul Malik se torna o califa em Damasco. Sem perder o foco, os mujahidin islâmicos lutam a Batlaha de Ain ul Wada.

686 DC: Mukhtar declara-se califa em Kufa, Iraq. Como você já percebeu, ser o supremo líder deste imperio religiosos é muito lucrativo.

687 DC: Sem desejar compartilhar nada, as forças islâmicas de Mukhtar e Abdullah bin Zubair enfrentam-se na Batalha de Kufa. Mukhtar deve ter perdido já que ele foi morto.

691 DC: Os muçulmanos lutam agora a Batalha de Deir ul Jaliq. Mas então Kufa cai para  Abdul Malik.

O primeiro Domo da Rocha foi completado sobre o Monte do Templo em Jerusalém. Ele comemora a viagem halucinógena de Maomé, voando à bordo de um burro alado, de Meca para Jerusalém, logo após o vexame dos Versos Satânicos. O solitário porta-voz de Alá diz ter se encontrado com todos os profetas judeus no templo que havia sido destruido seis séculos antes, e depois ter dado um pulinho no céu – provando que não é possível chegar ao céu via Meca.

692 DC: Com a queda de Meca para Abdul Malik, e  com a morte de Abdullah bin Zubair, Malik torna-se o único califa.

695 DC: A revolta de Khawarij em Jazira e em Ahwaz abala o islão. Entretando, os muçulmanos vencem a Batalha de Karun. Então, a campanha contra Kahina é lançada no norte da África (Kahina era uma mulher, líder dos Berberes). Sem obterem sucesso, os muçulmanos mais uma vez recuam para Barqa. No fronte oriental, as forças islâmicas avançam para a Transoxiana (região que correspondem aproximadamente a atual Uzbequistão e partes do Turcomenistão, Tadjiquistão e Cazaquistão) e ocupam Kish.

Transoxiana e Khurasan

700 DC: Os exércitos muçulmanos lutam contra os bérberes no norte da África.

Kahina, Rainha dos Bérberes

702 DC: O islão resiste à rebelião de Ashath e lutam a batalha de Deir ul Jamira.

705 DC: Com a morte de Abdul Malik, Walid I torna-se o califa.

710 DC: No fronte leste, os cruzados muçulmanos conquistaram o vale baixo do Rio Hindu. No fronte oeste, Tariq ibn Malik cruzou o Estreito de Gilbraltar separando a África da Europa com um grupo de muçulmanos, entrando na Europa pela primeira vez.

711 DC: Um forte exército islâmico de 7 mil, sob o commando de Tariq ibn Malik, invadiu a Espanha, levando a imposição do Reino de Andalus. Quase toda a Península Ibérica se submete à espada do Islão.

Muçulmanos avançam sobre o Sindh no Afeganistão e Transoxiana para então conquistarem Multan.

712 DC: Com a recente conquista da Espanha, o interior do Egito, e o Marrocos, o Império islâmico ocupa e oprime a maior parte dos impérios persa e romano. Esta conquista territorial, monumental, agressiva e rápida, foi toda obtida através da espada.

715 DC: Walid morre e Sulaiman torna-se califa.

716 DC: Muçulmanos invadem Constantinopla mas falham na sua tentativa de conquistar a capital cristã.

717 DC: Com a morte de Sulaiman, Umar bin Abdul Aziz toma a coroa do islão.

718 DC: A invasão, conquista e ocupação da Espanha foi completada.

719 DC: Córdoba, Espanha, torna-se capital da Europa islâmica.

720 DC: Com a morte de Umar bin Abdul Aziz, Yazid II torna-se o califa.

724 DC: Com a morte de Yazid II, Hisham ganha o controle do legado de Maomé.

725 DC: A conquista islâmica da Europa atinge o seu auge com os muçulmanos ocupando Nimes, na França.

732 DC: Os muçulmanos cruzados foram parados na Batalha de Poitier (Tours).  E dificil apreciar mas os Francos (franceses) conseguiram parar o avanço islâmico na Europa Ocidental. Entretanto, os exércitos muçulmanos continuaram a avançar na Ásia e na África.

Neste ano de 732 DC, o primeiro século do islão se completou. Este primeiro século foi marcado por morte e destruição. A religião foi alimentada pela pilhagem e se expandiu sob as costas ensanguentadas das suas vítimas. Não existe quase nada de bom que possa ser dito neste primeiro século do islão. A religião tem sido uma maldição sobre toda a humanidade.

A Europa é salva por um triz em Poitiers, cidade a 340 km de Paris

737 DC: Os mujahadin muçulmanos sofrem uma nova derrota em Avignon, na França.

740 DC: Muçulmanos xiítas se revoltam sob a liderança de Zaid bin Ali. Os bérberes, sofrendo mais um revés, se revoltam novamente contra o islão no norte da África. Ao final deste ano, muçulmanos e bérberes travam a Batalha dos Nobres.

741 DC: A Batalha de Bagdoura é lutada, no norte da África.

742 DC: A máquina de Guerra islâmica restora o controle muçulmano em Qiarowan (atual na Tunísia).

743 DC: Com a morte de Hisham, Walid II ascende ao poder. Isto leva a uma nova revolta dos xiítas, desta vez em Khurasan, sob Yahya b Zaid.

744 DC: Walid II é destituído do poder, o que leva a ascença de Yazid II1. Após a sua morte, Ibrahim foi coroado, mas ele foi destronado rapidamente. Apóas a Batalha de Ain al Jurr, Marwan II torna-se o chefe-potentado deste regime mortal.

745 DC: Kufa e Mosul foram ocupadas pelos Khawarjites.

746 DC: Depois da Batalha de Rupar Thutha, Kufa and Mosul foram ocupadas por Marwan II.

747 DC: Abu Muslim comanda uma revolta em Khurasan.

748 DC:Jihadistas muçulmanos lutam a Batalha de Rayy.

749 DC: Depois das batalhas de lsfahan e Nihawand, Kufa foi capturada pelos Abássidas. Saffah foi então tornado Califa Abássida em Kufa, na continuação desta luta sectária que ainda consume o islão até os dias de hoje.

750 DC: Luta-se a Batalha de Zab. Com a queda de Damasco para os muçulmanos xiítas, o islão experimentou o fim da agressiva dinastia omíada, e o soerguimento dos abássidas. Eles tomaram o seu nome de um tio de Maomé, al-Abbas, porque os descendentes dele haviam se revoltado contra o controle omíada. Sob os omíadas, os não-muçulmanos nos territórios ocupados foram relegados a um estado de escravidão. Os abássidas eram melhores desde que os povos conquistados pagassem os seus impostos.

A capital do mundo islâmico se mudou de Damasco, na Síria, para Bagdá, no Iraque. As cidades de Meca e Medina, infestadas de pulgas e piolhos, batidas pelo sol, feitas de casas de barro, foram jogadas ao ostracismo, substituidas por cidades mais civilizadas, cosmopolitas e menos islâmicas.  A religião do islão nasceu em Bagdá. A primeira edição escrita do Alcorão foi compilada em Kufu, nos arredores de Bagdá, em torno do ano 725 DC. O livro Rasul Allah escrito por Ibn Ishaq, conhecido como Sira, ou Biografia de Maomé, foi compilado em Bagdá no ano 750 DC (alguns dizem que o ano foi 768DC). Sem esta biografia que registra em crônica os primórdios do islão, a religião nunca teria existido, pois nada se saberia sobre Maomé, o profeta solitário do islão e a única voz de Alá.  Sem Ishaq, não existiria profeta, e, sem profeta, não existiria islão.

Então, em 850 DC, Bukhari and Muslim iriam compilar os mais competentes e dominantes coleções de Hadith (Hadice) descrevendo as palavras e feitos de Maomé e seus companheiros. Esta coleção tem relevância por se tornar a base do Salafismo, o islamismo fundamentalist. Nestes textos, Maomé explica o Alcorão e estabelece a Sunnah islâmica e a Sharia (lei islâmica), ao esclarecer sua mensagem em relação a jihad, luta, comércio de escravos, pilhagem, taxação, as virgens do paraíso, opressão, intolerância para com as mulheres, cristãos e judeus, bem como a sua hostilidade aberta contra liberdade de escolha, e afinidade com ritos pagãos.

Depois disso, vem a História, de al-Tabari, descrevendo como Maomé chegou ao poder. Este tratado foi compilado em Bagdá, entre os anos 870 e 920 DC. A descrição de Tabari, baseada nos Hadiths, das palavras e feitos de Maomé como elas foram passadas através dos companheiros do profeta (as mesmas pessoas que passaram o Alcorão), permanence sendo a  mais antiga narrativa não-editada, sem censura, e integral dos primórdios do islão. É a narrativa da história de um terrorista cruel , um pirata movido a dinheiro, e pervertido sexual. É alarmante que existam pessoas que confiem no testemunho de Maomé. Ao mesmo tempo, compreende-se, através das palavras e feitos de Maomé, porque os muçulmanos estavam pilhando o mundo.

Algo especilamente interessante é que todos os cinco fontes de escrituras islâmicas tem origem xiíta, incluindo o Alcorão. Os omíadas sunitas não se preocuparam em compilar ou transmitir qualquer livro religioso. Toda a base da religião do islão foi compilada na Bagdá persa, entre 100 a 300 anos após tudo ter sido supostamente concebido por Maomé.

 


Notas de rodapé


[1] NOTA DO TRADUTOR – O primeiro ano na escala de tempo islâmica começa com a “migração” de Maomé de Meca para Medina, quando ele se torna um líder politico e militar.
[2] NOTA DO TRADUTOR – Fato imitado pelos turcos circa 1920 ao forçarem os cristãos armênios a morrerem no deserto sírio.
[3] NOTA DO TRADUTOR – Maomé foi envenenado. Não se sabe ao certo quem o envenenou. Alguns dizem ter sido Rayana, a escrava-sexual judia de Maomé. Outros (notadamente os xiítas) acusam Aisha (a criança com quem Maomé se casou).   
[4] NOTA DO TRADUTOR – Fontes islâmicas (por exemplo, Tabari) narram que o Califa Abu Bakr não aceitou que as tribos que haviam jurado submisssão a Maomé deixassem de ser muçulmanas. Como deixar de ser muçulmano (apostasia) é um crime punível com a morte, estas campanhas são conhecidas como Guerras da Apostasia (ou Ridda) ou ainda Guerras de Compulsão.
[5] NOTA DO TRADUTOR – Aos árabes politeístas não havia escolha: conversão ao islã ou morte.
[6] NOTA DO TRADUTOR – Batalha de Ullays, também conhecida como Batalha do Rio de Sangue. 
[7] NOTA DO TRADUTOR – Kuzestão é hoje uma provincial do Irã rica em petróleo, às margens do Golfo Persa. Um dos motivos da Guerra Irã-Iraque dos anos 80 foi a reinvidicação iraquiana pela sua posse.