terça-feira, 5 de setembro de 2017

O Irã ilusório que Glória Maria (Rede Globo) mostrou e a realidade dos fatos.


A repórter Gloria Maria se junta a Ana Maria Braga e Roberto Cabrini como a mais nova idiota útil do islamismo no Brasil (dhimmi) com o documentário sanitizado sobre o Irã, segundo ela, uma maravilha dos direitos humanos.


A repórter Glória Maria no programa "Globo Repórter", da Rede Globo, glamorizou um país que viola sem o menor pudor os Direitos Humanos do seu povo, o Irã. A reportagem passa para a grande parte do povo brasileiro que absorve o que a Rede Globo diz com se fosse açucar, uma visão equivocada, e que justifica o que acontece no Irã como se fosse meramente a "expressão de uma cultura milenar." Isso é mentira!

A Cultura Persa foi praticamente exterminada no século VII pelas invasões islâmicas, que destruíram séculos de contribuições importantes para a humanidade, substituindo-as pelo barbarismo da lei islâmica (Sharia). O ressurgimento recente de uma Pérsia democrática e pluralista ocorreu no começo do século XX, tendo se estancado com a Revolução Iraniana liderada pelo Aiatolá Khomeini, em 1979, que re-implementou a teocracia islâmica, sob a vertende xiíta.

A "bela "cultura xiíta" que a Glória Maria e a Rede Globo mostram só foi possível após meses de negociações: apenas mostrar o que interessa para os aiatolás que mandam no Irã. Isso se chama PROPAGANDA! 

A pergunta que merece ser feita é: será que a repórter Gloria Maria e a Rede Globo são ignorantes ou coniventes? E se são coniventes, por que? 

Nós já escrevemos sobre o Irã e sobre o xiísmo em diversos artigos:
E, claro não podemos nos esquecer dos Bahá'í, uma minoria criminosamente perseguida, bem como a perseguição aos cristãos, ex-muçulmanos e homossexuais

Agora, eu transcrevo abaixo um trecho que uma postagem no Facebook por Claudia Wild, que descreve de modo muito apropriado o Irã e complementa os artigos citados.
O Irã é um país que vive de um regime autoritário e violento, instigado pelo atraso e regras do islã xiita (seguido por 94% da população), regido com mão de ferro por bizarros aiatolás e políticos sanguinários, que, por exemplo, negam o Holocausto, ameaçam "riscar Israel do mapa" e amaldiçoam a maior democracia do mundo, os Estados Unidos. Um regime ditatorial sem quaisquer compromissos com a liberdade, ou com a democracia - aliás, palavras proibidas na republiqueta. O que a gloriosa Glória Maria nos mostra, a realidade desmente. Ela vende um país imerso na alegria de um povo livre e afortunado, o que constitui uma canalhice inexplicável.
O atual regime iraniano é condenável sob todos os aspectos da respeitabilidade humana. O país é um notório violador de Direitos Humanos, o que já foi inclusive reconhecido por diversas Comissões da ONU e mostrado em sérios estudos independentes. No país, apesar da existência de uma Constituição estabelecendo direitos fundamentais e garantias legais, na prática, o que se vê é a covardia de uma tirania islâmica.
Um país em que o judiciário não é soberano e atua para satisfazer as vontades do Líder Supremo. Onde, na verdade, inexistem garantias processuais. Onde provas forjadas e confissões feitas sob coação são legais e admitidas pelos tribunais.
O país tem o islã como religião oficial e constitucionalmente admite outros credos (Art. 12 da Constituição Iraniana), mas que persegue todas as minorias religiosas. É um dos países do mundo que mais persegue cristãos e judeus.
Apesar da constituição iraniana em seu artigo 175 garantir a liberdade de expressão e pensamento, o imposto pelos aiatolás é exatamente o contrário. Existe um rigoroso controle de seus jornalistas, há proibição para a imprensa estrangeira filmar ou fotografar o país - a própria Glória Maria, num momento de verdade, conta que demoraram meses para receber a autorização de filmagem. Local onde a intimação e detenção de jornalista é comum. Onde notícias são censuradas e só é publicado o que é permitido e conveniente ao regime teocrático. País onde antenas parabólicas são proibidas e confiscadas pelo governo. O regime determina também o controle absoluto da internet.
Uma republiqueta onde mulheres não têm praticamente direito algum. Em que a violência doméstica e o estupro são tolerados. Paraíso islâmico que obriga mulheres a usarem o hijab em locais públicos, sob pena do pagamento de multa e chicotadas, caso reincidentes. Um país que não admite o reconhecimento do estupro dentro do casamento, pois o sexo é uma obrigação e não pode ser negado ao marido.
Segundo um estudo da Universidade de Teerã, datado de 2012, no Irã uma mulher é agredida a cada 9 segundos. Lá o divórcio só é permitido se o marido concordar com o mesmo, mas, ele, marido, pode divorciar-se sem apresentar qualquer motivação. País onde mulheres ganham 4,5 vezes menos do que homens (relatório do Global Gender GAP-2012), e que tem apenas 20% de força de trabalho feminino. Dentre 135 países pesquisados, a republiqueta teocrática ocupa o 127° posição na igualdade de tratamento entre homens e mulheres.
As fétidas prisões brasileiras se comparadas com as do Irã podem ser chamadas de hotéis com regras estabelecidas, pois lá presos são torturados, espancados, estuprados e queimados com cigarro. Nestes locais, presos são também obrigados a ingerir fezes, têm suas unhas removidas, são privados do sono e tomam surras diárias. No Irã não há a garantia do devido processo legal, admitindo-se "Tribunais Revolucionários“- em que juízes adotam para réus a penalidade que bem quiserem de acordo com o primitivo ordenamento da lei islâmica.
Neste sentido, o uso da flagelação e da amputação é considerado pelo governo apenas como um método de punição e jamais uma caracterização de tortura.
Os presos políticos do Irã sofrem a chamada "tortura branca“ e também violações inacreditáveis, conforme mencionado no relatório da DRL, da Comissão da Terceira Assembléia da ONU de 2012. Para se ter uma ideia dos absurdos sofridos, de 2002 a 2012 foram prolatadas 3.766 sentenças condenatórias determinando a flagelação de condenados.
O país tem forças de segurança corruptas e ineficientes que usam e abusam da tortura e o governo finge sistematicamente não enxergar.
Um país que impõe a pena de morte para homossexuais - obrigados a adotar absoluta discrição para sobreviverem, caso contrário são executados. Um paraíso em que não é permitido qualquer demonstração pública de carinho. O Irã feliz e satisfeito mostrado pelo jornalismo global é uma farsa. O povo vive em uma repressão absurda, e, não no mundo encantado mostrado por Glória Maria.
Tentar relativizar um regime despótico, beligerante, atrasado e cruel é de uma desonestidade assustadora. Parece que a referida emissora de televisão quer mostrar as maravilhas do islã e seus fantásticos regimes.
Como podem ver... Estas "maravilhas" dão lugar ao que há de mais opressor e degradante na humanidade. A desinformação de Glória Maria e sua equipe só perdem para o cinismo e estupidez da jornalista, que ao degustar um simples pepino retrucou; "maravilhoso." Como se pepino não fosse pepino no mundo inteiro. Não venha tentar nos vender este pepino, minha senhora!
Com certeza, este pepino não queremos.



domingo, 3 de setembro de 2017

Atualização em agosto de 2017

Veja o que entrou de novo no blog em agosto de 2017, exemplificando a aplicação da lei islâmica Sharia ao redor do mundo, seja por governos de países com maioria muçulmana, grupos islâmicos ou mesmo ações individuais.

Quem matou Maomé?
Um vídeo no qual David Woods discute quem matou Maomé, segundo as próprias escrituras islâmicas. O desfecho é supreendente.



Direitos das Mulheres sob o Islão: Parte 3Parte 2Parte 1
A imigração muçulmana aliada ao políticamente correto do Ocidente estão tornando as mulheres ocidentais igualmente sem defesa frente ao avanço implacável da Sharia.
Canadá: polícia de fronteira alerta que praticantes de mutilação da genitália feminina (FGM) estão entrando no Canadá
Autoridades de imigração e fronteiras sabem que meninas muçulmanos tem sido levadas do Canadá para países islâmicos para terem seus clítores removidos. Agora, um relatório alerta que praticantes de medicida indocumentada especializados em FGM estão atuando no Canadá. Eles fazem os serviços nas casas dos seus clientes muçulmanos. (GlobalNews)

Arabia saudita: companhia aérea diz que mulher pode ser expulsa de avião se mostrar braços ou pernas
O código de vestimenta da Saudi Arabian Airlines foi colocado no seu site, mas retirado após uma chuva de comentários negativos oriundos de leitores de diversas partes do mundo. Mulheres podem ser expulsas se exporem pernas ou braços;ou usarem roupas transparentes; ou roupas colantes. Homens caso usem bermudas. (dailymail)

Grã-Bretanha: Saiel Bashar, estudante afegão de 23 anos, queria desvirginar infiél de 13 anos
Ele chorou e rezou por misericórdia para não ser denunciado, ao ser pego indo de encontro a uma menina de 13 anos, para abusá-la na cama da sua mãe enquanto ela estivesse fora trabalhando. O muçulmanos foi pego por um grupo que caça pedófilos, que mostraram para ele mais de 300 páginas da transcrição do seu contato via Internet com uma menina fictícia de 13 anos, enviando todo o tipo de material pornográfico e prometer um celular para que ele tirasse a virgindade dela.
Existem pedófilos em todo o mundo. Mas existe apenas uma religião que tem um pedófilo como exemplo de conduta (dailymail).

Grã-Bretanha: líder islamico receia preconceito anti-islâmico apos condenação da rede de estupradores paquistaneses
O problema é que o islamismo permite o estupro e escravidão sexual de mulheres não-muçulmanas. Seria bom que estes líderes reconhecessem isso, o que facilitaria que isso fosse combatido. Ao invés disso, eles dizem que eles não precisam condenar nada pois "a comunidade branca não condenou os crimes de Jimmy Saville."  (Jimmy Saville era um apresentador da BBC e foi acusado de diversos crimes sexuais - ele morreu durante os processos contra ele). (jihadwatch)

Grã-Bretanha: 6 mil crianças reclaman de aliciamento por gangues de "estupradores paquistaneses" em Birmingham
Isso tudo apenas no no bairro de Sandwell. Isso segue o Alcorão que diz que os muçulmanos podem fazer das mulheres infiéis suas escravas sexuais. (Breitbart)

Grã Bretanha: atriz pronô muçulmana recebe ameaças de morte de todos os tipos
Muçulmanos a ameaçam com fotos de execuções. Em alguns dos seus vídeos, ela usa o véu islâmico (hijab) durante a "performance." (Daily Mail)

Irã: mulheres com pelos ou espinhas no rosto proibidas de darem aula
Também estão banidos professores que tiverem menos de 20 dentes. (Daily Mail)




Iraque: Alemã que pertencia a "polícia feminina" do Estado Islâmico, presa em Mosul
A jovem de 16 anos Linda Wenzel foi cooptada por uma "mesquita radical" na Alemanha (e por que o governo permite que elas operem?) e acabou fugindo para Mosul. Ela se tornou esposa de um jihadista e membro da temida polícia feminina, que aterrorizava as mulheres de Mosul. Ela foi presa em julho pelo exército iraquiano e pode ser até mesmo executada. Ela agora diz que se arrepende e quer voltar para a Alemanha (Daily Mail).

Espanha: imã radicalizou e liderou célula jihadista
A célula terrorista que matou 14 pessoas na Espanha na última quinta-feira (17), atropelando pedestres em Barcelona e Cambrils, era liderada pelo líder religioso Abdelbaki Es Satty. O imã - um tipo de líder religioso no islã - teria radicalizado e mobilizado um grupo de até 12 jovens, incluindo menores de idade. Satty já tinha histórico criminoso, e fora detido até 2012 por tráfico de drogas, segundo informações da imprensa local. (MSN)


Leia este artigo "Boicote Produtos Halal" para saber o que é "comida halal" e o porquê de boicotá-la. E visite os demais links.



História (Arte e Jahiliyya)

Turquia: políticos islamistas exigem a derrubada de estátua de filósofo grego
A estátua de Diogenes está situada na província de Sinop. (stockholmcf)




O camelô Muhammad, a "indústria da imigração" e a desonestidade política
Uma discussão sobre a preferência que vem sendo dada aos "imigrantes" (notadamente aos muçulmanos) em detrimento dos brasileiros em situações semelhantes.

Atenção: Islã chega às favelas do Brasil
Veja o material que já está sendo distribuído em larga escala nas comunidades. Estão pagando para muitos pastores (lobos disfarçados de pastores) fazerem esse trabalho.


Secretário especial de assuntos estratégicos de Temer é barrado no aeroporto e impedido de entrar nos EUA
O secretário especial de assuntos estratégicos da Presidência, Hussein Kalout, foi impedido de embarcar em um voo da American Airlines para os Estados Unidos na segunda-feira (21), após se recusar a se submeter a uma inspeção especial, que ele considerou humilhante. Kalout indagou o motivo para a inspeção especial. "São ordens do governo americano", teria respondido o funcionário, no aeroporto.
Hussein Kalout é cientista político brasileiro, professor de Relações Internacionais e especialista em estudos sobre o Oriente Médio e Islã. Colabora como professor e coordenador do curso sobre o mundo islâmico organizado pela Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (FAMBRAS) em parceria com o Instituto Rio Branco. (www.plantaobrasil)

Juíza de Brasília cria previlégio para muçulmanas cobrirem cabeça com o véu na carteira de motorista
Segundo o jota.info, o Supremo Tribunal Federal irá decidir se muçulmanas podem tirar foto para a carteira de motorista cobrindo o rosto. Contudo, uma juíza substituta do 2ª Juizado Especial da Fazenda Pública do Distrito Federal, Jeanne Guedes (isso mesmo, mulher), mandou o DETRAN-DF expedir carteira de motorista para uma muçulmana cobrindo a cabeça, o que contraria a legislação (conjur).


Grupo do Facebook dedicado a instalação da lei islâmica (Sharia) no Brasil
Para quem acha que esse negócio de lei islâmica é conto da carochinha, a coisa é séria. Lembre-se sempre: muçulmanos desejam a Sharia, e a Sharia se impõe sobre tudo e sobre todos! (Facebook)
Isso se chama de crime de sedição, pois eles desejam derrubar a Constituição do Brasil.




Grã-Bretanha: muçulmana ganha autorização especial para não usar biquini em concurso de miss, mas as infiéis todas têm que mostrar o seu corpo
Organizadores do concurso de "Miss Inglaterra" permitiram que uma muçulaman participasse cobrindo o seu corpo com um kaftan ao invés de usar um biquini. O artigo do Global news celebra isso como algo fantástico, contudo, isso apenas avança a Sharia mais um passo, pois a muçulmana obtém uma concessão que a favorece. Enquanto que todas as mulheres infiéis têm que mostrar todo o seu corpo vestindo biquini, a muçulmana esconde o seu corpo (as suas celulites, pneuzinhos e talvez até mesmo uma cicatriz hororosa). As infiéis são promíscuas ao mostrarem o seu corpo, enquanto que a muçulmana é um poço de virtude. (Global News)

Grã-Bretanha: livro infantil ensina crianças a como se comportarem durante um ataque terrorista
Os britânicos estão mesmo aceitando o terrorismo islâmico e a Jihad como parte do seu dia-a-dia. Ou seja, estão se rendendo, e ensinando as crianças a serem submissas. (Daily Mail)

Suécia: ativista foi expulsa de loja por não cobrir a cabeça com o véu islâmico (hijab)
Soheila Fors, uma escritora cristã suéca-iraniana e ativistas de direitos da mulhere, compartilhou sua experiência de ser afastada de uma loja de roupas pertencentas a pessoa oriundas da Somália porque ela não estava usando um hijab. Mas ela disse que não relataria a discriminação às autoridades por respeito pela liberdade religiosa dos somalis (PJMedia).

Suécia: estudantes suecos em desespero devido aos ataques por parte de estudantes refugiados
Mais e mais pais mantêm seus filhos estudando em casa, depois que as crianças foram abusadas por estudantes imigrantes recém-chegados que frequentam a Escola Central em Kristianstad. Os pais se revoltam, mas a diretora responde dizendo "Tente entender."   (Speiza)

Suécia: radicalização sendo feita nos centros de refugiados pelos próprios funcionários muçulmanos
A denúncia foi feita pelo pastor árabe Mezek Botros para a revista Världen Idag, e confirmada pelo periódico TT na cidade de Hörby. Ele diz ser comum ver bandeiras do Estado Islâmico e que os cristãos e ex-muçulmanos são assediados e mesmo agredidos nos centros de refugiados. As autoridades ignoram os avisos (Speiza).

Itália: marroquino se masturba em frente de mulher infiél, mas não é preso por isso
Uma mulher estava sentada dentro de um ônibus, quando um homem marroquino de 27 anos se aproximou de seu corpo e, em pé, começou a se masturbar e ejaculou sobre ela. Ela deu queixa, mas a juízA disse que masturbação em público não é crime já que não existiu contato físico! E se o homem fosse um italiano branco, será que o veredito teria sido o mesmo? (Pragmatismo Político)

Itália: prefeito de Veneza diz que qualquer pessoa que gritará "Allahu Akbar" em sua cidade será baleada por franco-atiradores
Luigi Brugnaro afirma que o ponto turístico turco italiano é mais seguro do que Barcelona - onde 14 pessoas morreram sendo atropeladas por um terrorista - dizendo que "em contraste, mantemos a guarda". Falando em uma conferência em Rimini, no nordeste da Itália, ele revelou ainda a extraordinária ordem que ele deu à polícia armada em uma das atrações turísticas mais populares da Europa. Brugnaro foi aplaudido pelos delegados quando disse: "Em contraste com o Barcelona, ​​onde eles não criaram proteção, mantemos a guarda. (Mirror)

Alemanha: jornalista é preso por compartilhar foto histórica
Michael Stürzenberger foi condenado a seis meses de prisão por compartilhar foto do encontro de Hitler com o Mufti de Jerusalém. O juiz considerou que a foto "incita o ódio" (Speiza).

Alemanha: maior site da ANTIFA fechado por promover violência
A ministra do interior, De Maizière, mandou fechar o site por incentivar e festeja a violência política. A ANTIFA é um grupo que se diz ser anti-facista, mas se utiliza de táticas facistas na sua ação, e está aliadíssima com a islamização. (vladtepes)

EUA: deputado do Partido Democrata mostra quadro com Estátua da Liberdade usando hijab em seu gabinete no Congresso
O deputado Lou Correa vê o quadro como uma afirmação dos valores americanos ... outros vêm isso como promoção da Sharia. (Clarion)


Espanha: vídeo captura momento quando um barco inflável chega à praia trazendo dezenas de imigrantes ilegais. 
ISSO É UMA INVASÃO! O vídeo mostra o desespero dos banhistas que frequentavam a Playa de los Alemanes, em Tarifa. O infável veio do Marrocos. O único policial presente nada pode fazer (Dailymail)


Austrália: deputada vai trabalhar vestindo burca no parlamento.
Ela promove uma campanha visando a criminalização da burca. (dailymail)

Bangladesh, país de maioria muçulmana, retorna barco com refugiados muçulmanos
O barco continha 31 muçulmanos rohingya, oriundos de Myanmar. Se os países muçulmanos rejeitam refugiados muçulmanos, porque os "países infiéis" devem recebe-los? (Z News).

China remove auto-falantes de 300 mesquitas
No condado de Hualong Hui, na província de Qinghai na China, o governo da região removeu os auto-falantes de mais de 300 mesquitas da região, após reclamações dos moradores que vivem próximos a essas áreas. (Daily Mail) Não há quem aguente a "chamada à oração."

Por que a Polônia é imune ao terrorismo, enquanto o resto da Europa sofre?
A cada novo atentado na Europa, o premiê polonês elogia o quanto seu país é fechado para novos cidadãos. E alega que é por isso que seu país não sofre ataques. Reportagem da Gazeta do Povo.


Franca: jihadista atropela militares
A polícia francesa atirou e prendeu um imigrante da Mauritânia em uma perseguição em uma auto-estrada nesta quarta-feira após este terrorista muçulmano ter deliberadamente atropelado 6 soldados do lado de fora de um quartel em um subúrbio de Paris, ferindo os seis.
O suspeito deste ataque terrorista é o último de uma série de assaltos que atingiram a França desde janeiro de 2015, reivindicando mais de 230 vidas.
Os militares foram atingidos por um terrorista muçulmano que guiava uma BMW por uma rua tranquila no sofisticado subúrbio parisiense de Levallois-Perret, às 6h GMT.
Os soldados faziam parte da força Sentinelle, de 7 mil membros e que atuam contra o terrorismo, criada em janeiro de 2015. São soldados armados e uniformizados que patrulham as ruas e protegem áreas de alto risco de ataques terroristas, como locais turísticos e edifícios religiosos. (pjmedia)

Espanha: atentados com carros e bombas em Barcelona
Barcelona, Espanha. Mais de cem feridos e treze mortos em Las Ramblas como resultado de um atentado terrorista perpetrado por dois jihadistas, visto que logo mais tarde o Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque. E hoje à tarde, a mídia confirmou que uma das vítimas fatais desse acontecimento trágico foi o garotinho (que antes a mídia o considerava desaparecido) Julian Caldman.
No mesmo dia, uma tentativa de ataque terrorista foi realizada no município de Cambrils, também localizado na Espanha. Mas dessa vez, a polícia conseguiu impedir os cinco homens-bomba de concretizarem o seu objetivo, matando-os com tiros. (oglobopamelagellerfolha).

Finlândia: jihadista mata dois e fere oito aos gritos de Allahu Akbar
Turku, Finlândia. Jovem de origem marroquina aos gritos de “Allahu Akbar” esfaqueia pessoas aleatoriamente, matando duas e ferindo oito, de acordo com a mídia finlandesa. O terrorista levou um tiro na perna e foi preso. E a preferência na hora de atacar as suas vítimas era pelas mulheres. (pamelagellerg1.globo)

Russia: jihadista golpeia 7 à facadas
Sibéria, Rússia. Homem armado com uma faca fere sete pessoas na cidade de Surgut, deixando quatro delas em estado grave. O jihadista foi morto e logo após algum tempo, o Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque. (g1.globo)

Roterdã, Holanda. Maassilo, uma sala de concertos em Roterdã, na Holanda, foi evacuada devido a uma ameaça terrorista
O concerto da banda de rock Allah Las, da Califórnia, foi cancelado. A unidade anti-terrorista foi mobilizada para o local. O presidente da Câmara de Roterdã confirmou que uma van com botijões de gás foi encontrada nos arredores da sala de concertos. O condutor da van que tem carteira de motorista de matrícula espanhola foi detido numa cidade alemã. O suspeito vai ser interrogado, confirmou a polícia de Roterdã através do Twitter. (observador

Grã Bretanha: Palácio de Buckingham fechado após dois policiais serem esfaqueados por um homem gritando “Allahu Akbar” 
Ele portava uma espada de 1,2 metros. O ataque ocorreu do lado de fora do palácio. A polícia prendeu um segundo criminoso envolvido no ataque. (independent; Daily Mail; Daily Mail)

Bélgica: esfaqueador baleado e morto após atacar dois soldados gritando “Allahu Akbar”
O jihadista fez o seu grito de guerra duas vezes antes do seu ataque, em Bruxelas. (Express)


Austrália: mulher vestindo burca rouba lanchonete da rede Subway 
Ela empunhava uma faca e fugiu com uma bolsa cheia de dinheiro. Ela, e seu comparsa masculino, acabaram presos (Daily Mail).


Paquistão: cristão apanha de multidão sob a falsa acusação de ter queimado o Alcorão
O adolescente cristão recolhe garrafas e papel para ajudar na renda familiar. Segundo o seu pai, um muçulmano que também recolhe garrafas e papel o acusou de ter queimado o Alcorão para eliminar a concorrência. Um clérigo islâmico também o acusa. A polícia prendeu o adolescente cristão já que a palavra de um muçulmano vale mais que a palavra de um não muçulmano. Segundo o código penal paquistanês (seção 295-B) ele pode ser condenado a prisão perpétua. (Tribune)

Perseguição aos Ateus
Logo infundirei o terror nos corações dos descrentes; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! (Alcorão 8:12)
Muçulmano vira ateu e funda o site ATHEIST REPUBLIC
O importante testemunho de um ex-muçulmano (parte 1)


Fundador do ATHEIST REPUBLIC não crê na reforma do Islã
O importante testemunho de um ex-muçulmano (parte 2)



Perseguição Cristãos: Parte 1Parte 2
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Irã: quase 200 cristãos mantidos presos por promoverem o cristianismo
Esta é uma petição da CitzenGo em prol da libertação dois cristãos presos na famosa (e temerosa) prisão de Evin, no Irã. Eles começaram uma greve de fome protestando contra os maus tratos. Seus nomes são Amin Afshar Naderi and Hadi Asgari.  No texto esplicativo da petição descreve bem a situação da perseguição aos cristãos que acontece na República Islâmica do Irã: "Em 2016, cerca de 193 cristãos estão presos, incluindo-se aí ex-muçulmanos que se converteram para o cristianismo. Eles são frequentemente acusados de "ameaçar a segurança nacional ao abrirem igrejas domésticas", de "serem missionários",  ou de "insultatem o profeta (blasfêmia)." (CitizenGo)

Canadá: igreja incendiada criminosamente e coberta com grafitis do Estado Islâmico
Esta é a "diversidade" do primeiro-ministro canadense Justin Trudeau. (vladtepesblog)


Grã-Bretanha: menina cristã de 5 anos colocada sob a guarda de famílias muçulmanas - obrigada a usar véu e retirar seu crucifixo
Após 6 meses, a pobre menina estava desesperada pois nem inglês os muçulmanos falavam. A mãe da menina, que depende do serviço social britânico, também ficou horrorizada com isso. Já imaginaram a gritaria se o oposto tivesse acontecido? O problema é que a menina reside no bairro de Tower Hamlets, majoritariamente muçulmano. E quem controla o serviço social é a sub-prefeitura, composta por muçulmanos. Um ex sub-prefeitp. Luftur Rahman, tinha ligações com grupos extremistas europeus. (Daily Mail)

Quênia: três cristãos são degolados ao se recusarem recitar a Shahada
A Shahada é a profissão de fé, que torna uma pessoa em muçulmano instantaneamente ao repeti-la 3 vezes. Uma quarta pessoa, um retardado mental, também foi degolado por se manter calado. (World Watch Monitor)

A Gerra Global do Islã contra o Cristianismo
Um milhão de cristãos foram mortos nos últimos 10 anos pelo simples fatos de serem cristãos. Muitos deles foram mortos por se recusarem a renunciar a sua fé cristão e se tornarem muçulmanos.

https://youtu.be/EMQX-sKh-Mo OK


"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Austrália: proíbida a construção de sinagoga por receio do terrorismo islâmico
Isto é semelhante a culpar as mulheres pelo estupro (Newsweek).

Espanha: rabino-chefe sugere que judeus deixem a "Europa perdida" imediatamente
Ele diz que os judeus devem se mudar para Israel antes que seja tarde. (Daily Mail)

Perseguição outras religiões
Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, mate os idólatras onde quer que você os encontre, e capturai-os, e cerque-os, e arme ciladas para eles usando de todos os estratagemas (da guerra); mas caso eles se arrependam, observem a oração e paguem o zakat [ou seja, se tornem muçulmanos], abra o caminho para eles. Sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo. (Alcorão 9:5)
Indonésia: divindade chinesa é coberta após protesto dos muçulmanos
Uma estátua de 30 metros que representa uma deidade chinesa foi coberta com uma folha enorme neste fim de semana na província de Java Oriental, na Indonésia, depois que os muçulmanos ameaçaram arrancar o colosso em meio a crescentes tensões étnicas e religiosas em todo o país.
A campanha islâmica contra a estátua, uma descrição do general do século III Guan Yu, que é adorada como um deus em várias religiões chinesas, começou on-line e logo se espalhou para os portões de um templo confuciano chinês em Tuban, perto da costa do Mar de Java, onde a figura foi erguida no mês passado.
Nas mídias sociais, os muçulmanos assaltaram a estátua como uma afronta "incivilizada" para o Islã e contra as "pessoas nativas" da ilha, e uma multidão reuniu esta semana fora da legislatura do leste de Java na cidade de Surabaya para exigir sua destruição.
Estátuas consideradas não-islâmicas têm sido destruídas ou vandalizadas em todo o país nos últimos anos e vários templos chineses foram incendiados. Cobrir a estátua com uma grande lona branca foi a solução temporária dos dirigentes do templo depois que um corpo religioso governamental os forçou a encontrar uma solução ....
Este protesto está de acordo com a lei islâmica, que estipula que as estruturas não-muçulmanas não devem ser superiores aos muçulmanos e que os não-muçulmanos não devem fazer exibição pública de suas observações religiosas. (nytimes)

Ultraje Eterno

Arábia Saudita: menino preso por dançar na rua
A polícia saudita prendeu nesta terça-feira um garoto de 14 anos que foi filmado dançando "Macarena" em um cruzamento de rua na cidade costeira de Jeddah, em um clipe amplamente compartilhado nas mídias sociais. (The Express Tribune)

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sábado, 2 de setembro de 2017

Será que o aumento da frequência do “terror islâmico”na Europa está relacionado a peregrinação a Meca?


Já é um fato que o mês do Ramadã, o “mês sagrado” do islamismo caracterizado quando fiéis (e mesmo infiéis) são obrigados a jejurarem durante o dia (e, para compensar, enchem a barriga durante a noite) é um mês sangrento. Muitos fiéis resolvem louvar a Alá do modo do seu modo preferido, através da Jihad, e a mortandade de infiéis, de ex-muçulmanos, ou mesmo dos muçulmanos de denominações diferentes do jihadista cresce exponencialmente. Este fenômeno ganhou a alcunha de Bombatona (mistura de “bomba” com “maratona”)

Ataques pela causa de Alá: 174; mortos: 1595
Muçulmanos mortos por islamófobos: 2

Mas será que outros “meses sagrados” provocam o mesmo fervor nos mais devotos?

Então, vieram os vários dias seguidos de ataques do “terror islâmico” pela Europa. Seria isso coincidência?  Ao pesquisar quando seriam as datas dos demais feriados, nos deparamos com um muito particular: a Hajj (que é a peregrinação a Meca e um dos pilares do islamismo), que iniciou no dia  30/08/2017 indo até 04/09/2017 (mas dependendo dos avistamentos da lua). Ou seja, será que alguns mais devotos, na impossibilidade de participarem da famosa peregrinação, resolveram agradar Alá através da Jihad.

É como disse Maomé: nada substitui a Jihad pela causa de Alá.

A lista dos atentados ...

Dezessete de Agosto de 2017
Barcelona, Espanha. Mais de cem feridos e treze mortos em Las Ramblas como resultado de um atentado terrorista perpetrado por dois jihadistas, visto que logo mais tarde o Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque. E hoje à tarde, a mídia confirmou que uma das vítimas fatais desse acontecimento trágico foi o garotinho (que antes a mídia o considerava desaparecido) Julian Caldman.
No mesmo dia, uma tentativa de ataque terrorista foi realizada no município de Cambrils, também localizado na Espanha. Mas dessa vez, a polícia conseguiu impedir os cinco homens-bomba de concretizarem o seu objetivo, matando-os com tiros.

Dezoito de Agosto de 2017
Turku, Finlândia. Jovem de origem marroquina aos gritos de “Allahu Akbar” esfaqueia pessoas aleatoriamente, matando duas e ferindo oito, de acordo com a mídia finlandesa. O terrorista levou um tiro na perna e foi preso. E a preferência na hora de atacar as suas vítimas era pelas mulheres.

Dezenove de Agosto de 2017
Sibéria, Rússia. Homem armado com uma faca fere sete pessoas na cidade de Surgut, deixando quatro delas em estado grave. O jihadista foi morto e logo após algum tempo, o Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque.

Vinte e Quatro de Agosto de 2017
Roterdã, Holanda. Maassilo, uma sala de concertos em Roterdã, na Holanda, foi evacuada devido a uma ameaça terrorista. O concerto da banda de rock Allah Las, da Califórnia, foi cancelado. A unidade anti-terrorista foi mobilizada para o local. O presidente da Câmara de Roterdã confirmou que uma van com botijões de gás foi encontrada nos arredores da sala de concertos. O condutor da van que tem carteira de motorista de matrícula espanhola foi detido numa cidade alemã. O suspeito vai ser interrogado, confirmou a polícia de Roterdã através do Twitter.

Vinte e cinco de Agosto de 2017
Grã Bretanha: Palácio de Buckingham fechado após dois policiais serem esfaqueados por um homem gritando “Allahu Akbar.” Ele portava uma espada de 1,2 metros. O ataque ocorreu do lado de fora do palácio. A polícia prendeu um segundo criminoso envolvido no ataque.

Vinte e cinco de Agosto de 2017
Bélgica: esfaqueador baleado e morto após atacar dois soldados gritando “Allahu Akbar”
O jihadista fez o seu grito de guerra duas vezes antes do seu ataque, em Bruxelas.




Fontes:
https://oglobo.globo.com/mundo/menino-de-sete-anos-dado-como-vivo-esta-entre-as-vitimas-fatais-do-atentado-em-barcelona-21726768

http://pamelageller.com/2017/08/hoto-barcelona-jihadi.html/

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2017/08/1910663-van-atropela-multidao-no-centro-de-barcelona-e-deixa-feridos.shtml

http://pamelageller.com/2017/08/finland-knifeman-allahu.html/

http://g1.globo.com/mundo/noticia/homem-armado-com-faca-ataca-e-fere-pessoas-na-russia.ghtml

http://g1.globo.com/mundo/noticia/rapaz-que-esfaqueou-e-matou-dois-na-finlandia-e-marroquino-diz-policia.ghtml

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/saiba-o-que-e-o-hajj-peregrinacao-dos-muculmanos-ate-meca.html

http://www.express.co.uk/news/world/833350/Hajj-2017-when-is-dates-Muslim-Islam-pilgrimage-Mecca

https://www.express.co.uk/news/world/845968/brussels-machete-attack-terror-belgium-soldiers-latest

https://www.independent.co.uk/news/uk/home-news/buckingham-palace-attack-incident-london-man-sword-stabbing-police-reports-latest-news-updates-a7913641.html

http://www.dailymail.co.uk/news/article-4824420/Man-armed-sword-attacks-police-officer.html

http://www.dailymail.co.uk/news/article-4827284/Second-man-arrested-Buckingham-Palace-sword-attack.html

http://observador.pt/2017/08/23/holanda-concerto-em-roterdao-cancelado-devido-a-ameaca-terrorista/


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Islão: QUEM, O QUE, COMO. Vídeo para crianças (e adultos)


Este vídeo resume muito bem a essência do islã (ou islão, ou islamismo). Os pontos principais são apresentados abaixo. Assista ao vídeo e o compartilhe.


Pontos essenciais feitos no vídeo (o mesmo vídeo também em outros idiomas neste link):

Islão, QUEM:
Existe apenas um deus, Alá, e um último mensageiro, Maomé.
Islão, O QUE: Al Walaa wal Baraa.
Al Walaa. Ame o Islã e os todos muçulmanos. Seja bom para todos os muçulmanos. 
Wal Baraa. Seja contra tudo e contra todos os outros. Odeie todos os demais.
Islão: COMO: Hégira e Jihad. 
Hégira. Muçulmanos devem se mudar para um lugar e assumirem o controle.
Jihad. A principal parte da Jihad é: muçulmanos devem assumir o controle de qualquer modo possível.  
Guerra está bem, se for preciso. Trapaça é melhor. Em geral, vale tudo para obter sucesso.
O que se tem ao final de tudo isso? O Califado.
Califado: O Islão governa o mundo. Em toda parte, todos devem seguir o Islã.
Algumas regras do Islão:
  • Você não pode deixar o Islã (ou eles podem te matar. Esta é a regra).
  • Você não tem permissão para criticar o Islã (ou eles podem te matar. Esta é a regra).
  • Você pode bater na sua esposa (apenas se ela não obedecer).
  • Você não tem permissão para criticar o Islã (ou eles podem te matar. Esta é a regra).
  • Não é OK ter cachorro em casa. 
  • Mas você pode ter escravos.
  • Todos os não muçulmanos são káfirs imundos e tem que pagar um imposto especial (jizia). Esta é a regra. 
  • Mas é contra as regras desenhar Maomé (ou eles podem te matar. Esta é a regra).
  • E você não pode nunca mudar as regras  (ou eles podem te matar. Esta é a regra).
  • O homem é sempre o chefe. A mulher nunca é o chefe.
  • Mulheres são chamadas de estúpidas e fracas. 
  • 'Não muçulmanos' são chamados de káfirs imundos, o que é muito ruim.
  • Muçulmanos são sempre os chefes. Káfirs nunca são chefes.
  • E quanto a gays e lébicas - no Islã, é morte para todos eles. 
No Islã, existem muitas regras - como cortar as mãos por roubo. Mas nós não precisamos olhar para todos os detalhes.

Eles dizem que todas as religiões estão erradas e são ruins.  Sim. De acordo com o Islã, todas as outras religiões estão erradas, então no fim vão desaparecer.

Mas eles não acreditam que cristãos e judeus são OK? Isso foi alterado há muito tempo, 1400 anos atrás. Isso foi ab-rogado.
Ab-rogar. Significa que existe uma regra. Então vem uma outra. A mais antiga cai fora. Apenas a nova regra vale. 





domingo, 20 de agosto de 2017

Quem matou Maomé?


Um vídeo no qual David Woods discute quem matou Maomé, segundo as próprias escrituras islâmicas. O desfecho é supreendente.


Grato ao canal do YouTube Logos Apologética https://youtu.be/KRU0MvTMupU


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O camelô Muhammad, a "indústria da imigração" e a desonestidade política


O rompante de um camelô no Rio contra uma barraquinha de um muçulmano gerou convulsão na imprensa e nas redes sociais. É claro que a reação deste camelô não é mais apropriada para lidar com muçulmanos. Nós devemos lembrar que o problema do islamismo é o islamismo e não os muçulmanos. Muçulmanos são pessoas e tem os mesmos direitos humanos que quaisquer outros. O islamismo não.
Direitos Humanos se aplicam a pessoas e não a ideologias ou religiões. 
Devemos nos enfocar no islamismo e na sua implementação política, algo resumido no artigo Lei-Islâmica (Sharia), resumo do que não presta, e discutido um pouco mais a fundo no livro Lei-Islâmica (Sharia) para o não muçulmano. O Alcorão, e as Tradições de Maomé (Sunna), podem ser usados, sim, como um manual de guerra e a doutrina da Jihad é algo intrínsico (e único) ao islamismo.

Ao se tratar com muçulmanos, é preciso perguntar sobre as suas posições quanto à lei islâmica. Digo isso porque existem muitos muçulmanos que são contra a Sharia. E esse pode ser o caso do camelô muçulmano que foi acossado no Rio. Um muçulmano que seja contra a Sharia, bem como um ex-muçulmano, torna-se um grande aliado na luta contra a Sharia e a Jihad Global.

O problema é como os brasileiros, notadamente os mais pobres, são tratados com o crescimento do influxo de imigrantes e refugiados, incluindo-se aí o de muçulmanos. Tanto o governo, quanto ONGs e grupos (inclusive cristãos) estão formando o que eu chamaria de uma "indústria da imigração" (*), que parte do pressuposto que os brasileiros são intolerantes, e se utiliza de incidentes pouco frequentes para generalizar um fenômeno que não existe. Estas organizações, junto com uma parcela de setores políticos (pertencentes a partidos dos mais diversos, por exemplo, PT, PC do B, PMDB, PSDB) acabam criando condições privilegiadas para os imigrantes, condições essas negadas a brasileiros natos, em geral pertencentes às camadas mais pobres.
(*) A "industria da imigração" funciona deste modo. Organizações recebem recursos, sejam do exterior, seja do governo, para ajudarem os imigrantes. Quanto mais imigrantes, mais dinheiro. Deste modo, estas organizações passam a lutar pela ampliação da imigração (como visto no trâmite da votação da Lei da Migração), pois isso garante a longevidade delas, bem como o bem-estar dos seus dirigentes. 
O que começa a acontecer hoje com os brasileiros mais pobres é o mesmo que aconteceu com os negros no final do Império e começo da República: a prioridade é dada aos extrangeiros. Naquela época, os negros foram abandonados. Hoje, os brasileiros das camadas mais pobres estão sendo abandonados, mesmo por aqueles que reclamam da "dívida histórica" para com os negros. Uma nova "dívida histórica" está sendo criada.

Existem diversos exemplos disso, seja na indústria de abate (que contrata apenas muçulmanos para o abate halal - discriminação em base religiosa), seja, neste caso, na recusa de licença para trabalhar como camelô de rua. No vídeo abaixo, um brasileiro reclama estar pedindo autorização para vender na rua desde 2009, mas um muçulmano recém-chegado já tem a sua. O brasileiro reclama desta discriminação, dizendo ser também um "refugiado" por morar na favela com tiroteio, pessoas matando e morrendo, vivendo em um verdadeiro terrorismo. Os brasileiros valem menos que refugiados na sua própria terra.

Brasileiros preteridos por muçulmanos no comércio de rua

Um camelô brasileiro acabou se revoltando contra um camelô muçulmano. A imprensa não quiz saber o motivo deste rompante. Este camelô brasileiro foi logo taxado de racista, e uma campanha apelativa começou. Os brasileiros foram acusados de serem intolerantes, mesmo tendo-se criado uma enorme demanda para se comprar dos quitutes árabes da barraquinha do Muhammad. O incidente serviu de promoção para este vendedor de rua e do seu comércio.

O evento também foi explorado politicamente de modo até mesmo desonesto. Um artigo de Willy Delvalle em um blog de viés de Esquerda usou o evento para fazer propaganda contra um político. O artigo, cujo título é Como Bolsonaro virou ponta de lança da nova mania da direita brasileira: a islamofobia se utiliza do incidente com o camelô Muhammad, bem como de outros incidentes isolados, para culpar o Bolsonaro pela suposta islamofobia dos brasileiros. Eu não tenho nada com o Bolsonaro. Na verdade, eu gostaria que existisse no Brasil uma Esquerda nacionalista como a de outrora, e não a globalizante da atualidade. Mas o fato é que o Bolsonaro não tem absolutamente nada a ver com a revolta do camelô brasileiro: não é o Bolsonaro que dá licença para o trabalho de rua no Rio.

Este artigo cita um vídeo da Hebráica (veja abaixo), compartilhado por Bolsonaro, que fala sobre Jerusalém. O vídeo é historicamente correto. Mas o autor do artigo não sabe história. Ele critica citações sobre Jerusalém feitas no vídeo:  
Jerusalém, ela não é citada nenhuma vez no Alcorão, livro sagrado para o Islã. [O vídeo] Também defende que os judeus chegaram primeiro. Que, sob o domínio muçulmano, as outras religiões eram consideradas infiéis. Que se a cidade fosse realmente sagrada, por que os islâmicos rezariam voltados para Meca, e não para Jerusalém, como fazem os judeus?
Estas afirmações são verdadeiras! Qual o problema? Desde quando citar história se tornou xenofobia? Ou o autor do artigo é tão contra Bolsonaro que ele deixaria de respirar se Bolsonaro elogiasse o oxigênio?

Eu tratei sobre o Jerusalém no artigo Jerusalém, Al Aqsa, e o supremacismo islâmico.

O artigo de Willy Delvalle termina criticando os judeus e elogiando a Autoridade Palestina por pagar salário às famílias dos palestinos que assassinam israelenses. Isso é algo repugnante!

Que a definição de islamofobia feita pelo grande Christopher Hitchens sirva para Willy Delvalle abrir os seus olhos e a sua mente.


(Leia mais sobre islamofobia neste link)

Outro artigo que chamou a atenção foi publicado por Cléo Guimarães, no seu blog, intitulado Manifestantes chamam muçulmanos de assassinos pedófilos no Arpoador. Ela critica uma manifestação de evangélicos que ocorreu no bairro carioca do Arpoador. Eu não sei se a autora escreve sempre que existe manifestação contra algum grupo ou se ela se incomoda apenas quando o assunto é o islamismo. Contudo, fica aqui o meu comentário e sugestão para aqueles que desejem se manifestar: critiquem o islamismo como ideologia política e Maomé como o criminoso histórico que ele foi.

Não chamem os muçulmanos de pedófilos. Se existem muçulmanos pedófilos, não é o problema. O problema é que Maomé, o exemplo de conduta, foi um pedófilo (ao se casar com Aisha, 6 anos, quando ele tinha mais de 50) e que, devido a isso, casamento de menores é legislado pela lei islâmica (Sharia).

Não chamem muçulmanos de assassinos. Existem muçulmanos assassinos, mas o problema é o que os levou a cometerem assassinato. Por exemplo, assassinar uma pessoa por ela fazer uma análise crítica de Maomé é uma imitação do comportamento de Maomé, que assassinou os seus críticos. E Maomé é o homem perfeito.

Por favor, critiquem a ideologia e o seu fundador, pois ambos merecem crítica. Mas nunca critiquem muçulmanos em termos gerais, apenas em algo específico. Por exemplo, a pessoa que atropelou mais de 100 em Barcelona ontem é um psicopata assassino. Ele é muçulmano. Fica a pergunta se o que o levou a cometer este ato bárbaro foi o conceito de Jihad.

Denunciem a perseguição que os cristãos, bem como as demais minorias religiosas (por exemplo, os Baha'í no Irã), os ateus, os ex-muçulmanos e os homossexuais, sofrem no mundo islâmico.

Denunciem a situação de Asia Bibi, que está apodrecendo na prisão do Paquistão pelo crime de ter dito que Jesus é maior do que Maomé.

E discutir isso tudo não é xenofobia, islamofobia, racismo ou qualquer outro termo usado para calar aqueles que desejam discutir sobre a Jihad e a Sharia. Muito pelo contrário. Ficar calado é o que está errado.



sábado, 22 de julho de 2017

Como um "esquerdista" foi expulso da "Esquerda" por dizer a verdade sobre o Islã

O artigo abaixo foi escrito por Eric Allen Bell, um cineasta recentemente banido de blogar no "Daily Kos" porque ele escreveu três artigos que afrontaram o politicamente correto, especificamente nomeando "Loonwatch.com" como uma "Rede terrorista." A Frontpage o convidou para contar sua história, o que ele faz abaixo.

O ALTO PREÇO DE DIZER A VERDADE SOBRE ISLÃ
Como fazer um filme para defender o direito dos muçulmanos de construir uma mesquita nos Estados Unidos mudou minha visão de mundo.
6 de Fevereiro de 2012


Uma coisa estranha aconteceu comigo no outro dia, quando eu me dirigia o prédio federal em Los Angeles. Havia uma multidão de pessoas reunidas lá com sinais que diziam que Israel é uma força agressiva no Oriente Médio e que o Irã está sendo vilipendiado. Quando parei num farol vermelho, ouvi um homem com um mega-fone liderar os manifestantes em um canto acusando Obama de genocídio. Vi muitos jovens e várias mulheres muçulmanas com a cabeça coberta. Foi uma demonstração anti-guerra que provavelmente um ano atrás eu teria apoiado. Mas, embora eu não seja favorável à ação militar, eu sei que o Irã não é outro Iraque, e que, de fato, há mais coisas do que a imagem excessivamente simplificada que os manifestantes estavam pintando, como os carros buzinavam apoiando.

Quando a luz ficou verde, outro sinal me chamou a atenção - uma imagem das torres gêmeas queimava, que dizia "9/11 foi um trabalho interno". Enquanto eu olhava para um mar de bandeiras palestinas e as crianças da faculdade batendo na bateria, senti uma certa frustração - frustração baseada em uma série de eventos que mudaram minha visão de mundo.

No verão de 2010, tinha saido recentemente de Hollywood,  para tirar uma pausa muito necessária da minha profissão de cineasta, eu estava dirigindo no meu carro ouvindo uma história sobre NPR { National Public Radio }. Parece que as pessoas no meu novo lar em Murfreesboro, TN estavam em armas sobre a proposta construção de uma mega mesquita de 53 mil pés quadrados, para ser construída em sua pequena cidade no meio do Cinturão da Bíblia americano.

Eu escutei atentamente aos curtos discursos daqueles que apareceram na reunião da prefeitura para expressar sua oposição e, como alguém que era bastante novo no sul, fiquei surpreso com o que eu estava ouvindo. "A América é uma nação cristã e há apenas um Deus e seu nome não é Alá e seu filho é Jesus Cristo" e "A América é uma nação cristã" e "Esses muçulmanos não compartilham meus valores e não os quero em meu quintal". Crescendo no sul da Califórnia, nunca tinha ouvido nada assim na minha vida. E comecei a seguir a história com grande interesse.

Na perifieria da cidade, perto de uma pequena estrada rural, havia uma grande parcela de terra, logo ao lado de uma igreja batista, com um grande sinal que dizia: "Casa futura do Centro Islâmico de Murfreesboro". Ao longo dos últimos 6 meses, esse sinal foi desfigurado duas vezes. Uma vez foi quebrado pela metade e outra vez, as palavras "Not Welcome" foram pintadas com spray sobre ele.
O Condado de Rutherford, que inclui Murfreesboro, tem apenas um pouco mais de 100 mil habitantes e, no entanto, a área possui quase 200 igrejas cristãs. Não tendo sido muito fã do islamismo ou do cristianismo ou de religião em geral (e isso está a dizer o mínimo) eu vi isso como uma história de David vs Golias - com evangélicos fanáticos que perturbavam uma população muçulmana pacífica, que tinha estado na comunidade por mais de 30 anos sem que houvesse algum problema. E, depois de saber que, em julho, haveria um grande desfile pela Main Street até a praça da cidade, protestando contra a construção desta nova mesquita, decidi que alguém realmente precisava fazer um documentário sobre isso. E mesmo que eu tivesse ido a Murfreesboro para escapar do mundo dos filmes por um tempo, parecia bastante claro que, se eu não documentasse isso em um filme, ninguém mais faria. Eu queria mostrar ao mundo o que eu estava vendo. Então, juntei uma pequena equipe de filmagem e comecei a produzir um documentário que eu titularia, "Não é bem-vindo".

Nunca vi tantas bandeiras americanas reunidas em um lugar do que naquela manhã quente de julho, quando a multidão anti-mesquita se reuniu no acampamento base para se preparar para o desfile. Muitos dos manifestantes apareceram vestidos de vermelho, branco e azul. Eu tinha 4 câmeras cobrindo o evento com uma equipe misturada com os ativistas liberais que iriam contra-demonstrar e o resto das câmeras comigo, misturado com aqueles que deveriam marchar contra a mesquita. Eu fiz várias entrevistas no estacionamento da escola, onde os habitantes locais e aqueles que haviam dirigido por horas reuniram-se, e prepararam-se para marchar contra o que eles percebiam como não só uma ameaça ao seu modo de vida, mas também algo de insulto dado os eventos de 11 de setembrode 2001. Dois candidatos ao Congresso, ambos prometendo "parar o campo de treinamento islâmico" apareceram e aproveitaram esta oportunidade de campanha, um dos quais até fez um discurso através de um mega-fone, lembrando a gente de votar nele se quisesse parar a Lei Sharia de chegar a Murfreesboro. O pastor da igreja batista reuniu todos juntos em oração, e o desfile decolou pela rua principal com sinais que diziam "Google the Koran" e "Parem de Criar Terroristas em Nossos Quintais" e alguém na multidão entregou centenas de pequenas bandeiras israelenses como várias centenas de sulistas que marcharam contra a mesquita.

Cerca de seis meses depois, eu havia acumulado mais de 300 horas de filmagem, entrevistado o organizador do desfile, candidatos ao Congresso, o prefeito, o Imam na mesquita e vários de seus membros do conselho, numerosos residentes preocupados em ambos os lados da questão, residentes muçulmanos, membros do conselho da cidade, um lobista cristão sionista que estava organizando a oposição à mesquita - e eu até filmara semanas de processos judiciais, já que um grupo local havia tentado uma ação judicial contra o Condado para impedir que emitissem licenças de construção para o Centro Islâmico. Os procedimentos judiciais eram verdadeiramente um circo com um advogado do país com um terno estravagante  e gravata borboleta, argumentando que o islã não é uma religião e que ele estava preparado para levar a questão ao Supremo Tribunal, se necessário. Essa ação legal falhou e falhou miseravelmente. E, embora muitas pessoas da cidade de fato tenham uma série de preocupações muito válidas, senti que aqueles que eles escolheram para representá-los não percorreram o melhor caminho para a defesa. De muitas maneiras, para as pessoas de Murfreesboro, TN, isso resultou ser um embaraço internacional - dado o interesse da imprensa.

Além disso, alguém tentou incendiar alguns equipamentos de construção no local da nova mesquita e o grupo de ativistas estudantis, chamando-se "Tenessianos do Meio pela Liberdade Religiosa", reuniu uma vigília de luz de vela onde centenas de pessoas da cidade se apareceram em apoio da tolerância. Alguns homens jovens apareceram em uma caminhonete e tocaram seu berrante repetidamente durante a vigília. Suas roupas pareciam indicar que passaram o dia do trabalho pendurado na parede de apartamentos. E quando eles colocaram um enorme sinal na parte de trás do caminhão que diziam "Sem Mesquita" enquanto falavam a palavra mesquita, não hesitei em filmar, mas também para provocá-los, para provocar uma boa resposta na câmera . E entendi. Um deles disse que devemos suspender a Constituição e prosseguimos dizendo que "Todos esses Mulçumanos devem ser enviados para casa", mesmo aqueles que nasceram aqui.

Para adicionar mais combustível à fogueira um incidente teve lugar quando tentei entrevista Kevin Fisher em um evento de chá na praça da cidade. Foi  minha opinião que a fim de evitar acusações de ser discriminador, os interesses do dinheiro (uma organização sionista cristã chamada Proclamar a justiça para as Nações) escolheu a única pessoa de cor, já envolvida nesta questão, para levar o desfile e para ser um demandante no processo judicial. Kevin Fisher era um afro-americano provindo da universidade, que trabalhava como guarda prisional e se tornou um fervoroso opositor da nova mesquita, após sua mulher ter se divorciou dele e se tornado, adivinhe, uma convertida muçulmana. Quando fui falar com ele na praça com uma tripulação que incluía 4 câmaras, dizendo apenas "Olá, Kevin" ele discou o seu telefone celular e  chamou  a polícia dizendo que ele estava sendo "assédiado racialmente". Isto não só encheu as manchetes do jornal local mas o incidente, incluindo áudio da sua ligação para a polícia foi tocado e tocado toda aquela noite no noticiário local. Isto se tornou algo de uma piada, quando eu era reconhecido no supermercado em Murfreesboro por exemplo, as pessoas muitas vezes virarvam para mim e diziam "Olha, para de me assediar racialmente" e então todos nós dávamos uma grande risada. E blogs como Loonwatch.com de orientação islâmica ficavam muito felizes em contar  sobre um artigo em que um adversário da mesquita trouxe a questão racial contra um cineasta que estava apenas tentando fazer perguntas.

A CNN circulou pela cidade e produziu uma reportagem qualificando todos os adversários da mesquita como iletrados e caipiras e a comunidade islâmica como pessoas comuns que estavam sendo injustamente perseguidas. Soledad O'Brien produtora ofereceu para comprar de mim algumas das minhas filmagens com a promessa explícita de que seu programa seria chamado de "Islã: na América" e não teria foco em mais do que alguns minutos em Murfreesboro. Depois de uma dica interna que seu produtor estava mentindo para mim, eu a enfrentei e recebi algumas respostas bastante vagas. Então eu recusei-lhe a licenciar qualquer um dos meus materiais. E com certeza, o documentário da CNN realmente se concentrou exclusivamente em Mufreesboro e foi chamado de "Não Bem-vindo: os muçulmanos ao lado". De alguma forma, Hollywood, com seus truques habituais, conseguiu me encontrar escondido no Tennessee.

Eu acumulava muita metragem de filmes de boa qualidade. Isso, combinado com o crescente número de ameaças físicas feitas a mim pessoalmente ao filmar em grandes multidões e ameaças de morte que chegaram por e-mail (fazendo-me olhar por cima do meu ombro em todos os lugares que eu fui e tornando necessário gastar uma pequena fortuna em segurança privada) isso tudo me disse a hora tinha chegado. A escrita estava na parede. Era hora de eu deixar Murfreesboro, contratar um editor profissional e começar a trabalhar na montagem de minhas filmagens para criar um longa-metragem documental para distribuição em cinemas.

Antes de ir mais longe, devo mencionar que, enquanto tudo isso estava acontecendo, eu me envolvi na própria história. Eu tomei partido. Me deparei com a comunidade islâmica no seu direito legal de construir uma casa de culto e quando fui entrevistado pelos jornais locais (não é todo o dia que uma pequena cidade como esta tem alguém fazendo um documentário lá) quando me perguntaram como me situava sobre o assunto, eu nunca hesitei em dar o meu ponto de vista. E depois de um tempo, meu ponto de vista foi apresentado por jornais maiores e vários programas de rádio locais e sindicados - principalmente conservadores e muitos se beneficiando com minha posição. E também fui convidado a escrever várias peças para o blog de Michael Moore também.

Embora eu tivesse deixado a cidade para editar, continuaram a haver cartas para o editor em alguns dos jornais locais dizendo que eu deveria deixar o TN e voltar para onde eu vim. Eu não podia acreditar na maneira animada em que aqueles que se opunham à mesquita estavam fazendo seu caso. Senti que estava no lado direito desta coisa - absolutamente certo. Mas na verdade, eu estava errado.
Tudo o que eu contei até agora - esta versão da minha história - é exatamente como eu estava vendo as coisas até que algo mudasse. Eu fui para casa em Los Angeles, mostrei minha versão curta de 25 minutos do documentário para alguns distribuidores e patrocinadores, e fiz o show habitual de cães e poneis que tinha funcionado tão bem para arrecadar fundos, para outros projetos de filmes que eu tinha envolvido no passado. E com certeza, alguém disse que iria haver a conclusão do filme. Foi decidido que o foco seria sobre "o inimigo em casa" que sendo o que chamávamos de "Cristianismo Apocalíptica" (como havia preocupação em usar a palavra "sionismo" no "Sionismo cristão"). A questão de Murfreesboro deveria ser usada como um ponto de partida para dar uma olhada na influência crescente do lobby “Fim dos Tempos Evangélicos” nos Estados Unidos e como eles usam sua influência para fabricar o consentimento para o bombardeio de países islâmicos ricos em petróleo e para influenciar a política em questões sociais. O tema se concentraria nos problemas que temos nos Estados Unidos, com nossa própria franja lunática religiosa, e não em um grupo pacífico de não-cristãos que só queria construir um local de culto.

Depois de escrever alguns artigos para Michael Moore, eu também escrevi para um blog liberal chamado Common Dreams e escrevi mais de uma centena de artigos para o Daily Kos, um blog liberal tão popular que eles recebem mais de um milhão de visitantes por dia. Senti que estava protegendo o perdedor, indo atrás dos valentões. Eu realmente acreditava que eu estava no lado correto neste conflito.

Mas algo me irritava as entranhas. Algo sobre tudo isso não caiu  bem. A Primavera árabe, que eu apoiei, começou a degenerar no Inverno islâmico, e eu fiquei cada vez mais preocupado. Eu voltei para Nashville para filmar uma conferência sobre se o Islão era ou não propício com valores democráticos e no caminho para o meu quarto de hotel eu aprendi que meu motorista de táxi era do Egito. Perguntei-lhe como ele se sentiu sobre a queda de Mubarak, um ditador que valia mais de US $ 70 bilhões, enquanto a maioria de seu país estava morando na pobreza e ele me disse que ele estava preocupado. Preocupado? Não era esta uma boa notícia? O motorista de táxi era um cristão copta e ele me disse que ele temia por sua família em casa. "Se os muçulmanos assumirem o controle, e eles vão, será muito perigoso para meus pais e minhas irmãs. Estou com medo agora por eles ". Depois dessa conversa, comecei a prestar mais atenção às notícias provenientes do mundo islâmico no Oriente Médio.

Ao longo dos próximos meses, observei que a Irmandade Muçulmana ganhava o poder político no Egito. Eu vi que os piores receios do motorista de táxi se tornaram realidade quando os cristãos coptas foram atacados por turbas islâmicas. Eu vi a Tunísia instituir a Sharia, a lei islâmica brutal. Depois que a Líbia caiu, o Conselho de Transição também instituiu a Lei Islâmica. O governo islâmico nuclear do Paquistão prendeu e puniu aqueles que colaboraram com os Estados Unidos para matar Osama Bin Laden. Uma mulher sob o governo islâmico do Afeganistão enfrentou a execução pelo crime de ser estuprada. Notícias similares surgiram do Irã. Um homem que escreveu "não há um deus" como o seu status do seu Facebook na Indonésia, o maior país islâmico do mundo, foi preso por blasfêmia.

Vários homens muçulmanos na Inglaterra foram presos por distribuir folhetos aos londrinos, exigindo que os homossexuais sejam executados por enforcamento por violar a lei islâmica com seu estilo de vida.

E isso me pareceu chocante. Mesmo que essas pessoas irritadas em Mufreesboro, TN, não tivessem articulado suas preocupações muito bem, elas estavam errados apenas pela metade. Lembro-me de conhecer Frank Gaffney e entrevistá-lo na frente do tribunal e perguntando se ele realmente pensava que os muçulmanos pacíficos aqui realmente apresentavam uma ameaça real para os Estaos Unidos e ele disse que não. Isso me surpreendeu, então eu perguntei se ele realmente achava que era uma ameaça credível que uma comunidade que represente cerca de um por cento da população dos Estados Unidos acabasse de se levantar um dia e tentar conquistar o país e forçar a Sharia sobre todos nós. Novamente ele disse que não. Então ele me disse que eu estava fazendo as perguntas erradas. Ele sugeriu que eu só estava procurando respostas que apoiassem as conclusões que eu já havia chegado. Ele disse que, depois de muita pesquisa, chegou a um conjunto diferente de conclusões e ele me desafiou a olhar um pouco mais fundo. Ele me deu um relatório para ler e muitos, muitos meses depois, eu lí o seu relatório.

Foi nesse momento que eu fui aos meus patrocinadores e disse-lhes que não estávamos fazendo um documentário honesto. Eu senti que tudo o que eu tinha colocado na versão curta de 25 minutos (o que eu usei para arrecadar os fundos) era verdade, mas apenas meia-verdade. Era fundamental que também mostrassemos as ameaças muito reais que existem no islamismo. Precisavamos mostrar que o que está acontecendo com essas pequenas comunidades de muçulmanos pacíficos na América são a exceção à regra. Eu queria mostrar o que acontece com os países quando ganham uma maioria muçulmana, como as mulheres são tratadas, que os homossexuais são executados, que a liberdade de expressão não existia, que a Lei Islâmica forçada não era consistente com os valores democráticos – tudo ou nada que eu poderia pensar criaria um impacto emocional na mentalidade liberal. E a resposta que recebi foi: "Eric, você está começando a parecer um islamofóbico. Não queremos fazer um filme que promova o medo. Vamos ficar com o plano existente, ok? "

Eu lutei e lutei. Eu mostrei-lhes um livro chamado "A verdade sobre Maomé", mas foi derrubado desde que o autor era um homem chamado Robert Spencer e meus apoiantes apontaram que o Southern Poverty Law Center considerava o seu site "Jihad Watch" como parte de um grupo de ódio. Pedi-lhes que assistissem um documentário chamado "Islão: O que o Ocidente Precisa Saber" e disse que eu investiguei de forma independente e verifiquei a verdade sobre o que estava sendo apresentado lá, mas eles nem sequer assistiram a esse documentário, pois estavam certos que era "discurso de ódio" e "propaganda projetada para espalhar o medo". Provavelmente não é preciso dizer que, agora, fiquei muito frustrado. Mostrei aos meus novos apoiadores vários versos do Alcorão que pediam o assassinato de infiéis e foi dito que esses versículos provavelmente estavam sendo retirados do contexto. Mostrei-lhes um videoclipe da MEMRI TV de uma jovem criança egípcia que recita um Hadith que pede o assassinato de judeus e fui informado de que "você não pode confiar no MEMRI porque tem uma agenda.”

Eu mencionei o popular site de vigilância da islamofobia "Loonwatch" e como eu tinha notado um padrão de deflexão em todas as críticas ao islamismo radical e violento chamando qualquer um que publicamente levanta essas preocupações um lunático, e como eu percebí, isso era um esforço intencional para fornecer uma cortina de fumaça para os terroristas. Eu também notei que tudo o que Loonwatch disse estava amarrado com o Conselho sobre Relações Islâmicas Americanas (CAIR) e agora o CAIR foi nomeado um co-conspirador não declarado no processo da Fundação Terra Santa - a maior instituição de caridade islâmica, de uma só vez, que foi criada para fornecer dinheiro para organizações terroristas islâmicas. Eu também notei que a CAIR tinha vínculos com o Hamas e a Irmandade Muçulmana e que Al Qeada havia saído da Irmandade Muçulmana. Eu expressei minhas preocupações de que o imã egípcio do Centro Islâmico de Murfreesboro poderia ter vínculos com a Irmandade Muçulmana, algo que eu não tinha investigado adequadamente. Mas desde que o CAIR teve o apoio de Glenn Greenwald e do programa de Amy Goodman, Democracy Now, foi-me dito que eu tinha errado nos meus julgamentos. Também foi me dito que se CAIR fosse supostamente algum tipo de fronte terrorista, então, por que eles ainda têm um status de isenção de impostos e por que eles ainda estão por aí? Quando eu disse que não sei, mas era possível que o governo preferisse observá-los ao ar livre, em vez de arriscar-se a ve-los entrar no subsolo. Foi-me dito que meu julgamento era cada vez menos claro e talvez eu precisasse dar um passo atrás ao projeto por um tempo.

Como última tentativa, eu mostrei as imagens do Imam em Murfreesboro perdoando apedrejamento, admitindo que Maomé matara alguém até a morte, dizendo que para as mulheres não se pode confiar dinheiro porque são irracionais. Então, eu apontei que um membro do conselho do Centro Islâmico de Murfreesboro foi investigado depois que fotos de sua página do MySpace apareceram indicando suas fortes simpatias com o Hamas. Lembrei-me de que o Hamas era também um partido político que foi eleito democraticamente e que eu precisava fazer uma escolha - quer fique com o plano original ou então devolva o dinheiro e vá encontrar outro suporte. Foi o que eu fiz. Eu andei. Se eu não posso fazer um documentário honesto, então estou no negócio errado. Eu não queria adicionar mais ao ruído que está lá fora - eu queria fazer algo que contasse a verdade, mesmo que essa verdade seja difícil de engolir.

É engraçado porque eu administro um site chamado Global One TV, que já teve cerca de 23 milhões de visitantes até agora, e o tema deste blog é que "A Revolução Interna cria uma Revolução Externa". E aqui eu estava tendo que tomar meu próprio remédio. Minha própria revolução interna - o questionamento das conclusões de alguém em busca de uma verdade mais profunda - me levou a um lugar muito estranho. Pensei na famosa citação de Nietzsche que diz:: "Quando você olha para o abismo, o abismo também olha para você". E com nada a perder, usei minha posição no Daily Kos para dizer a verdade.

Em janeiro de 2012 escrevi 3 artigos consecutivos para o Daily Kos. O primeiro foi intitulado "Loonwatch.com e Islam Radical". Nele, eu indiquei como Loonwatch apenas desvia a crítica do islamismo radical. Eu também criticava a teologia islâmica, observando repetidas vezes que a maioria dos muçulmanos era pacífica. A seção de comentários do Daily Kos me fez sentir como se estivesse participando do meu próprio funeral. Era como uma lapidação pública. Não havia como responder a nenhum dos pontos expostos no meu artigo, mas centenas de comentários me acusavam de ser "direitista", um "fanático" e um "lslamofóbico". Isso foi decepcionante.

No dia seguinte, recebi um e-mail de Loonwatch.com com um artigo mostrando meu nome e uma fotografia do meu rosto, divulgado para grande parte do mundo islâmico, me chamando de "Loon at Large". Este artigo foi apanhado pela IslamophobiaToday.com e TheAmericanMuslim.org - mais tarde, foi reaproveitado por inúmeros blogs islâmicos em todo o mundo, inclusive em lugares em que todos sabemos o que acontece com quem é percebido como o inimigo de Alá ou que se atreve a "Insultar"o Islã.

O meu próximo artigo procurou continuar a fundamentar o meu ponto em relação a esses lobos em roupas de ovelha, chamando-se de "sites de vigilância da islamofobia" e sua primeira linha de defesa, que sendo uma blogósfera de infiéis de lemas liberais que estão pré-programados para descartar a palavra "islamofóbico". Esse artigo foi chamado de "Como e por que Loonwatch é uma rede de controle de circulação terrorista". E, como você pode ter adivinhado, essa peça foi encontrada com a mesma mentalidade da máfia daqueles que, ao invés de lerem o artigo e criticá-lo por seus méritos, dispararam o mensageiro com acusações de "islamofobia". Havia também 2 artigos no Daily Kos escritos em resposta me atacando pessoalmente, outro artigo de Loonwatch, onde alguém sugeriu que eu devia ser da TN e não ter educação, etc. E mais uma vez meu nome foi colocado na rua através de uma rede de blogs islâmicos, incluindo a página de destino para o CAIR, usando uma forma de falar duplo islâmico que traduziu para qualquer Jihadista sério significa "inimigo de Alá" e "insultar o Islã".

Dada a incrível estupidez da mente liberal, como os leitores dos meus artigos não conseguiram ver como as crenças do Islã estavam em conflito direto com direitos humanos, direitos dos homossexuais, direitos das mulheres e valores democráticos básicos, escrevi uma peça final chamada, "Você está a favor dos direitos humanos?" E isso, obviamente, me deixou proibido pelo Daily Kos. Deve-se notar que, em um dos artigos Loonwatch.com, o autor, uma pessoa que simplesmente se chama "Danios", exigiu que o Daily Kos me silenciasse e forneça um link para seus leitores enviarem um e-mail aos editores do Daily Kos, exigindo que este "Islamofobico" seja censurado. E funcionou - mais uma vez, provando a relação óleo-água entre o islamismo e a tolerância à liberdade de expressão.

As coisas ficaram ainda mais estranhas a partir daí. O próprio Robert Spencer me escreveu um e-mail e tivemos um diálogo bastante interessante. Ficou aparente quase imediatamente que não havia nada sobre esse homem que fosse remotamente odioso. Então, quando Robert Spencer perguntou se eu me importaria se ele reimprimisse meu e-mail em resposta ao dele no Jihad Watch, eu disse "claro, por que não?" Assim que este artigo foi publicado, a contagem de amigos na minha página de fãs do Facebook caiu de repente. Amigos e conhecidos me disseram que eu tinha me tornado um odiador, um pregador do medo e um islamofóbico. Eu assinalei que um islamofóbico é alguém com um medo irracional do Islã, mas não há como ser razoável com alguém tão profundamente indoutrinado na tirania da correção política.

E quase simultâneamente, veio a da notícia sobre o NYPD (a polícia de Nova York) usando como video de treinamento um documentário narrado por um muçulmano devoto que se opõe ao terrorismo e à jihad, que que deu conselhos a polícia e serviu no exército e foi médico de membros altamente colocados do governo dos Estados Unidos. Esse documentário foi chamado de "The Third Jihad" (A Terceira Jihad) e o CAIR estava chamando este filme "islamofóbico" e exigindo que o NYPD o retirasse imediatamente, o que, é claro,foi o que eles fizeram. O CAIR exigiu a remoção do chefe da NYPD e a blogosfera liberal fez um estardalhaço - principalmente com artigos sobre Huffington Post chamando o documentário "The Third Jihad" discurso de ódio e, claro, mais "islamofobia". Quando publiquei um link para este documentário na minha página do Facebook, recebi mais acusações de ser um islamofóbico por pessoas que recentemente me disseram o quanto eles foram inspirados e influenciados por meus escritos.

Depois que Jamie Glazov, da Frontpagemag.com - parte do David Horowitz Freedom Center - procurou-me para pedir para estar no seu programa de rádio (o que eu concordei) eu naveguei na web um pouco tentando obter uma melhor idéia de quem exatamente David Hororwitz era. Ficou claro quase que imediatamente que não compartilhamos os mesmos pontos de vista políticos, mas uma coisa que Horowitz disse que surgiu com uma clareza deslumbrante foi uma afirmação de que havia uma aliança profana entre a esquerda e o islamismo, com o islamismo radical usando a mídia liberal para criar uma cortina de fumaça para isso - um lugar onde o radical pode parecer moderado e receber apoio liberal. Ele também disse que, em muitas universidades dos Estados Unidos, os estudantes estavam sendo radicalizados, doutrinados na extrema esquerda. E lembrei de algo. Quase todos os organizadores do grupo de ativistas da faculdade que se manifestaram em favor da nova mesquita em Murfreesboro eram socialistas ou comunistas. Eram jovens e todos pareciam compartilhar um professor em particular que era um mentor para eles, um socialista que sempre parecia estar em volta de suas festas universitárias, infiltrando-se em sua cena social, levando os mais inteligentes e mais articulados para junto dele. As alas como o grupo do campus chamado simplesmente "Solidariedade" cresceram em números - de fato recrutando alguns estudantes enquanto se organizavam a favor da mesquita.

Então, aqui estamos hoje, como notícias de que o Kuweit é islamista e o NYPD responde ao CAIR, um braço de uma organização terrorista, sem preocupação com a correção política. Eu me tornei um conservador por causa de tudo isso? Na verdade não. Ainda me oponho a invasão do Iraque. Eu ainda sinto que todas as guerras devem ser evitadas, a menos que seja absolutamente necessário. Ainda acho que George W. Bush foi uma das piores coisas que aconteceu com os Estados Unidos na minha vida. Ainda apoio a igualdade matrimonial. Mas eu também sou ainda pró-vida. Você vê uma tendência aqui? Eu apoio os direitos humanos e oponho-me a qualquer coisa que pareça violar os direitos humanos.

E o que fica do Islã? Vejamos seu fundador - um homem que estuprou uma garota de 9 anos, um proprietário de escravos, um líder que ordenou que as pessoas fossem torturadas, para que os adúlteros fossem apedrejados, para que incontáveis incrédulos fossem decapitados, um assassino, um guerreiro que espalhava sua "religião da paz" pela espada, um homem que sofria de alucinações de vozes, dizendo-lhe que fizesse coisas violentas, um tirano, um maníaco homicida, talvez o equivalente a 100.000 Osama Bin Ladens. E esse lunático sádico é considerado o "homem ideal" no Islã. O que mais precisa ser dito sobre o Islã do que isso?

Então, neste clima onde pessoas inocentes são mortas quando os Alcorões são queimados, quando há tumultos e ameaças de bombas e assassinatos por meio de caricaturas que ofendem os muçulmanos, quando um escritor como Salman Rushdie é aconselhado pelas autoridades de inteligência indianas que não é seguro para ele entrar no país para participar do maior festival literário do mundo, quando os muçulmanos fora do festival ameaçam a violência, de modo que os organizadores do festival decidam cancelar até mesmo a apresentação em um vídeo de Rushdie durante a conferência, num mundo onde um homem, Theo Van Gough, foi baleado duas dúzias de vezes em plena luz do dia, depois esfaqueado, depois uma espada entrou no seu coração na calçada de uma rua européia, simplesmente por fazer um filme de 10 minutos sobre o maltrato de mulheres muçulmanas - em um mundo que é constantemente aterrorizado por militantes islâmicos cuja insanidade é cooptada por um exército de blogueiros liberais que dando desculpas para eles - quem nos diz que 9/11 foi provavelmente culpa nossa - o que será do meu documentário. E eu termino?

Como será que "Não é bem-vindo" será recebido? Os cinemas se recusam a mostrar, assim como aquelas muitas livrarias que removeram os desenhos animados dinamarqueses das prateleiras? Os festivais de cinema terão medo de exibi-lo? Minha vida estará em perigo? Algum clérigo islâmico lunático emitirá uma Fatwa pedindo minha morte? O CAIR ganhará ainda mais influência política e trabalhará dentro do sistema para proibi-lo como "discurso de ódio"? Será que os críticos temem suas vidas e, portanto, se recusam a comentá-lo?

A visão liberal de que a Jihad oculta é apenas uma teoria da conspiração, então qual teoria seria realmente verdadeira? Quem ganhará - a liberdade de expressão ou a selvageria de uma multidão crescente que se inclinou pela Jihad? Só posso lhe dizer isso. Eu não vou recuar. Não serei intimidado, ameaçado, forçado ou aterrorizado pela "religião da paz".

Cada um de nós tem uma responsabilidade para com as outras pessoas neste planeta, e especialmente com aqueles a quem iremos deixar este planeta após a nossa morte. E isso às vezes significa assumir uma posição impopular para proteger os direitos de pessoas inocentes. Loonwatch, CAIR e as outras inúmeras redes terroristas de controle de opinião - vocês não viram o meu fim. Não por um tiro longo. Como diz o ditado, "Você tem o direito de balançar os punhos, mas o direito acaba quando seu punho se conecta com o nariz".

E, a propósito, eu ainda acredito que, a menos que eles quebrem a lei, o Centro Islâmico de Murfreesboro tem o direito legal de construir sua casa de culto. Não precisamos gostar disso, mas, novamente, a Primeira Emenda foi projetada para não proteger as idéias populares - pois elas não precisam ser protegidas -, mas também para proteger idéias impopulares. Isso é algo que você não encontrará em nenhum país islâmico e também é algo que vale a pena proteger - mesmo quando a chamada "religião da paz" tentar fechá-lo.

Paz

Eric Allen Bell
Eric Allen Bell é um escritor e cineasta. Sua estréia como diretor, um curta-metragem intitulado "Missing Sock", foi colocado no prestigiado "Top 10 Short Films" de Film Threat. Ele passou a dirigir seu primeiro longa duração, "The Bondage", que estreou no South By South West Festival de Cinema, recebendo múltiplas ofertas e garantindo distribuição completa em cinemas. Seu projeto atual, um documentário intitulado "Not Welcome", narra a reação sobre a construção de uma mega-mesquita de 53 mil pés quadrados no meio do cinturão bíblico americano. Ele pode ser contactado em: Eric@BellMedia.org.